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e do Alto-Comissariado para as Migrações. A preocupação foi partilhada com a tutela

da Saúde e das Migrações.

Desta forma, foi reforçado junto da ARS Alentejo e da respetiva tutela, a necessidade

de propostas de atuação com planos de testagem massiva para estas comunidades,

desde logo, no concelho de Odemira, que possa via a ser replicado para outros

territórios, em situações similares. Assim, foram promovidas várias reuniões e

encontros para apresentação por parte da ARS Alentejo a estratégia e plano de

atuação de aplicação de testes e para articulação e coordenação entre o Município de

Odemira, a ARS Alentejo, a Autoridade de Saúde Pública Regional, a ULSLA, a

Autoridade de Saúde Pública local, o Serviço Municipal de Proteção Civil de Odemira,

o Alto-Comissariado para as Migrações, a Associação TAIPA, tendo sido, de igual

modo, envolvidas nesta e em outras reuniões subsequentes, a Agricultura, a ACT, o

SEF e a GNR. Neste sentido, esta articulação foi realizada também com as maiores

associações de produtores agrícolas da região, tendo a sua colaboração sido

fundamental para a operacionalização do plano de testagem massiva desenhado por

parte da Saúde Pública.

No âmbito da vacinação, manteve-se o acompanhamento do trabalho desenvolvido ao

nível do Plano de Vacinação da ARSA para a região Alentejo, com especial foco na

progressão do nível da vacinação nos diversos concelhos aos idosos com mais de 80

anos e às pessoas com mais de 50 anos e com uma das quatro comorbilidades

identificadas no plano, bem como da vacinação da comunidade escolar.

Simultaneamente, foi transmitida à tutela e ao Coordenador da Task Force para a

Vacinação, a preocupação transmitida por vários autarcas da região Alentejo

relativamente à necessidade de inclusão dos coordenadores e técnicos dos Serviços

Municipais de Proteção Civil nesta primeira fase de vacinação, e também dos técnicos

dos municípios afetos às áreas de ação social e de educação, dado que são estes

elementos que operacionalizam as ZCAP, os centros de vacinação, dão apoio às ERPI

e escolas e realizam as visitas conjuntas aos Lares de Idosos.

Na área da saúde, e dos cuidados de saúde, continuou a ser acompanhada a

capacidade de resposta hospitalar à COVID-19, assim como a situação dos testes

COVID-19 realizados na região. Neste âmbito, a capacidade de camas de UCI COVID-

19 diminuiu de 33 para 31 camas (diminuição de 2 camas na ULSBA), a capacidade

de camas de UCI Não COVID-19 aumentou de 18 para 20 camas (2 camas na ULSBA)

e o número de camas de enfermaria para COVID-19 diminuiu de 122 para 84 camas.

II SÉRIE-A — NÚMERO 123______________________________________________________________________________________________________

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