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104 | II Série A - Número: 009S2 | 13 de Outubro de 2007

Set-02
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Dez-06 Mar-07
Jun-07 Set-07
PSI-20 DJ Euro Stoxx50 DOW JONES Fontes: CMVM e Finance Yahoo.

Nos primeiros nove meses de 2007, a capitalização bolsista total aumentou 1,2% face ao registado no final de 2006. De notar que, neste período, a capitalização bolsista das obrigações aumentou 22,2%, enquanto a capitalização bolsista das acções registou um decréscimo de 2,4%. O aumento sustentado dos preços das obrigações, em detrimento das acções, reflectiu o maior receio quanto às condições de crescimento económico global.

II.3. Perspectivas para 2008

As previsões mais recentes da generalidade das organizações internacionais apontam para que a incerteza provocada pelos desenvolvimentos observados no mercado de crédito hipotecário de alto risco (subprime) dos EUA, se venham a traduzir num menor crescimento, face ao esperado na Primavera deste ano, da economia norte-americana e, em menor grau, das economias europeias.
Consequentemente, é de esperar que esse aumento da incerteza possa ter repercussões sobre a evolução da economia portuguesa, quer pela via da procura externa, quer por uma potencial inibição do crescimento do consumo privado. Ainda assim, prevê-se que as perspectivas gerais de evolução da economia portuguesa para 2007 permanecem inalteradas face às apresentadas em Abril último, no Relatório de Orientação da Política Orçamental. Para 2008, as perspectivas agora apresentadas, embora apontem para um crescimento menos acentuado do que o previsto em Abril último, caracterizam-se pela continuação da aceleração da actividade económica. As actuais previsões assentam num conjunto de pressupostos relativamente ao enquadramento internacional, nomeadamente sobre a evolução das taxas de juro e de câmbio, dos preços das matériasprimas e da procura externa dirigida às exportações portuguesas. A actualização destas variáveis baseou-se principalmente na informação mais recente da Comissão Europeia e traduziu-se numa revisão em alta das taxas de juro e preço do petróleo face ao antecipado nas previsões da Primavera, da Comissão Europeia. Em sentido contrário, o crescimento económico na área do euro foi revisto em baixa, pelo que é de esperar um abrandamento da procura externa relevante para as exportações portuguesas, superior ao antecipado nas previsões da Primavera.
II SÉRIE-A — NÚMERO 9
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