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Região do Alentejo

No que respeita ao período de estado de emergência de 31 de janeiro a 14 de fevereiro,

continuou a ser acompanhada com especial preocupação a capacidade hospitalar de

internamento em enfermaria e UCI COVID, assim como os surtos que foram surgindo

na região. Quanto a estruturas de saúde, registo de casos no hospital da Misericórdia

de Serpa que infetou alguns funcionários e doentes internados na unidade de

convalescença do Hospital de São Paulo, que levou ao encerramento do Serviço de

Urgência de Serpa até 14 de fevereiro.

Relativamente à evolução da situação em ERPI e lares residenciais, continuou a

registar-se uma forte pressão, com implicações na taxa de mortalidade. No Alentejo

Central, de destacar o surgimento de novos surtos nos concelhos de Arraiolos,

Estremoz, Vila Viçosa e Évora, tendo sido necessária a ativação da ZCAP de Arraiolos

a fim de dar apoio a utentes positivos. Foram detetados casos positivos na Unidade

de Cuidados Continuados de Longa duração e Manutenção de Vila Viçosa, que foram

transferidos para a ZCAP de Vila Viçosa. No concelho de Montemor-o-Novo, num dos

lares com surto ativo, registou-se também a necessidade de evacuação dos utentes

para uma estrutura de retaguarda.

No Alto Alentejo, destaca-se o surgimento de novos surtos em ERPI nos concelhos de

Gavião, sendo que os casos positivos surgiram poucos dias após a toma da segunda

dose da vacina. No Baixo Alentejo, de destacar o surgimento de surtos nos concelhos

de Castro Verde e Aljustrel, tendo sido necessária a ativação da ZCAP de Aljustrel para

separação de utentes positivos. No Litoral Alentejano, no surto anteriormente

registado no concelho de Odemira, houve a necessidade de transferência dos utentes

positivos para a EAR do distrito de Beja.

Todos estes casos exigiram forte articulação entre os Municípios, a Proteção Civil, a

Saúde e a Segurança Social, tendo sido solicitada a intervenção das Brigadas de

Intervenção Rápida em várias situações em toda a região.

Na área da Saúde, e dos cuidados de saúde, continuou a ser acompanhada a

capacidade de resposta hospitalar à COVID-19 e acompanhada de perto a situação

dos testes COVID-19 realizados na região. Neste âmbito, a capacidade de camas de

UCI COVID-19 aumentou de 36 para 43 camas (aumento de 1 cama no HESE, 4 camas

na ULSBA e 2 camas na ULSLA), a capacidade de camas de UCI Não COVID-19

diminuiu de 18 para 16 camas (diminuição de 2 camas na ULSLA) e o número de

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