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Neste período, teve também início a vacinação dos Corpos de Bombeiros em algumas

das regiões. Atendendo ao alargamento da vacinação, de registar o apoio dos

municípios no sentido de operacionalizar estruturas para servirem de posto de

vacinação para a população.

Neste período de estado de emergência, registou-se o pico de internamentos COVID-

19 (263 internamentos em 05/02) desde o início da pandemia. Os casos ativos e as

vigilâncias ativas apresentaram um decréscimo muito significativo (nos casos ativos

de 9.149 para 3.765 e nas vigilâncias ativas de 7.861 para 3.984). O número médio

diário de internamentos registados devido à COVID-19 foi, neste período, de 229

internamentos, notando-se um aumento em relação ao período anterior (214

internamentos diários). O número de internamentos UCI aumentou em relação ao

período anterior, com uma média de internamentos diário de 35, face a 33 do período

anterior.

Quanto à realização de testes, até 14 de fevereiro, e desde o início da pandemia,

tinham sido realizados na região 352.428 testes registados no SINAVE, tendo sido

registados 32.906 testes durante este período de Estado de Emergência.

Continuou a ser acompanhado o plano de visitas nas ERPI pelas entidades

competentes, em colaboração com os Municípios, tendo sido realizadas 11 visitas

neste período de Estado de Emergência, apenas no distrito de Évora.

Nas escolas, retoma das aulas em regime não presencial. Segundo informação

transmitida pela Direção de Serviços da Região do Alentejo, da Direção-Geral dos

Estabelecimentos Escolares, estão a decorrer dentro do previsto e os

constrangimentos pontuais têm sido resolvidos pelas escolas.

As Forças de Segurança continuaram o trabalho de vigilância ativa de casos em

isolamento, operações de fiscalização das normas previstas no estado de emergência

em vigor, ações de visibilidade em zonas de maior aglomeração de pessoas e artérias

de maior intensidade de tráfego e sinistralidade rodoviária e de controlo dos pontos

de passagem autorizados na fronteira terrestre. Continuaram também a ser

acompanhadas as situações em que elementos das Forças de Segurança testaram

positivo e levaram a quarentena de outros elementos, sem que tenha havido registo

de comprometimento da operacionalidade de nenhum Comando.

Ao nível da Proteção Civil, os dispositivos dos diferentes Agentes de Proteção Civil

não foram comprometidos pela COVID-19, mantendo-se a resposta operacional no

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