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6 | I Série - Número: 083 | 22 de Maio de 2009

João Guilherme Ramos Rosa de Oliveira
Miguel Tiago Crispim Rosado

Partido Popular (CDS-PP):
Abel Lima Baptista
António Carlos Bivar Branco de Penha Monteiro
Diogo Nuno de Gouveia Torres Feio
José Hélder do Amaral
João Guilherme Nobre Prata Fragoso Rebelo
João Nuno Lacerda Teixeira de Melo
Luís Pedro Russo da Mota Soares
Nuno Miguel Miranda de Magalhães
Paulo Sacadura Cabral Portas
Teresa Margarida Figueiredo de Vasconcelos Caeiro

Bloco de Esquerda (BE):
Alda Maria Gonçalves Pereira Macedo
Ana Isabel Drago Lobato
Fernando José Mendes Rosas
Francisco Anacleto Louçã
Helena Maria Moura Pinto
João Pedro Furtado da Cunha Semedo
Luís Emídio Lopes Mateus Fazenda
Mariana Rosa Aiveca Ferreira

Partido Ecologista «Os Verdes» (PEV):
Heloísa Augusta Baião de Brito Apolónia
José Luís Teixeira Ferreira

Deputados não inscritos em grupo parlamentar (N insc.):
José Paulo Ferreira Areia de Carvalho
Maria Luísa Raimundo Mesquita

O Sr. Presidente: — Srs. Deputados, vamos dar início ao debate da interpelação n.º 28/X (4.ª) — Sobre a situação da economia portuguesa e especialmente a situação das micro, pequenas e médias empresas (CDSPP).
Na abertura do debate da interpelação, para proferir uma intervenção em nome do CDS-PP, tem a palavra o Sr. Deputado Paulo Portas.

O Sr. Paulo Portas (CDS-PP): — Sr. Presidente, Sr. Primeiro-Ministro, Srs. Ministros: Esta semana, o Presidente da República fez uma observação pertinente — «para onde vai Portugal, como é que estaremos, em que posição estará Portugal no final da crise internacional?».
É evidente que poderíamos utilizar esta interpelação para assinalar o caso de singularíssima presciência que V. Ex.ª, Sr. Ministro da Economia, constitui.
Na verdade, o Sr. Ministro decretou o fim da crise no preciso momento em que a crise se adensava. É aquilo a que se pode chamar «golpe de vista».
O Sr. Ministro anunciou o início da retoma no preciso momento em que Portugal entrava no doloroso caminho de uma recessão. É o que se pode chamar um «tiro certeiro».