O texto apresentado é obtido de forma automática, não levando em conta elementos gráficos e podendo conter erros. Se encontrar algum erro, por favor informe os serviços através da página de contactos.
Não foi possivel carregar a página pretendida. Reportar Erro

17 DE JULHO DE 2019

151

facilita o diálogo e gera empatia para os negócios.

– são também importantes os encontros, congressos, feiras internacionais, ações de promoção

internacional, diplomacia económica, missões empresariais, imprensa internacional especializada,

competições desportivas de alta competição, atração de grandes eventos internacionais sediados em

Portugal (a exemplo da web summit), entre outros.

– a promoção e amplificação internacional das amenidades territoriais do país (ambientais, paisagísticas,

culturais, gastronómicas, entre outras), das instituições (desportivas, científicas, museológicas, fundações)

ou ainda de algumas personalidades (ligadas a êxitos desportivos, literários, musicais, artísticos, políticos,

de alcance global), são ativos a utilizar numa maior inserção nas redes globais, pois projetam uma imagem

internacional positiva de Portugal;

– por último, a aposta na valorização do capital territorial específico das cidades e regiões possibilita, por

esta via, o reforço da capacidade de internacionalização da base económica. Neste sentido, é necessário

dinamizar mecanismos que permitam facilitar, agilizar, desburocratizar e apoiar a atração de turistas e

residentes a tempo parcial e de poupanças internacionais.

OBJETIVOS OPERACIONAIS

1. Identificar e selecionar, na geografia internacional, os territórios prioritários (à escala dos Estados

Federados, das Províncias e das Grandes Áreas Metropolitanas) para direcionar e intensificar as

exportações e para aumentar a captação de investimentos, de talentos, de estudantes universitários e de

investigadores e de turistas ou residentes a tempo parcial.

2. Reforçar a competitividade e a inserção nas redes internacionais de capitais, mercadorias, informação,

conhecimento, investigação e inovação.

3. Aumentar e criar uma nova vaga de exportações de bens, serviços, conteúdos e conceitos das

empresas portuguesas, nomeadamente os intensivos em conhecimento e tecnologia e diversificar os

destinos internacionais;

4. Promover a ascensão na cadeia de valor das atividades industriais já consolidadas.

5. Reforçar o investimento de capitais portugueses no estrangeiro, atendendo ao perfil da economia

portuguesa, nomeadamente em regiões estratégicas.

6. Reforçar e diversificar a captação de investimento direto estrangeiro, sobretudo dirigido aos setores

intensivos em conhecimento e tecnologia, ao empreendedorismo e às startups, e as regiões de origem

desse IDE.

7. Atrair turistas e residentes temporários ou permanentes com capacidade financeira ou talento.

8. Afirmar a dimensão internacional de Portugal, através de uma maior liderança das metrópoles e das

principais cidades.

2. RESPONSABILIDADES DE CONCRETIZAÇÃO ENTIDADES ENVOLVIDAS

Entidades de Coordenação

TP, AICEP; IAPMEI; DGAE; PME Investimentos; Portugal Ventures; GPP;

DGPM; Associações Empresariais; Regiões Autónomas

Principais Parceiros

Entidades gestoras dos clusters; Ensino Superior; Entidades do SCT; COTEC

Portugal; CCDR

RELAÇÃO COM REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS E OPERACIONAIS NACIONAIS

Iniciativa Portugal i4.0; Estratégia Turismo 2027 (ET 27)

3. MONITORIZAÇÃO

EFEITOS ESPERADOS:

– Aumento da competitividade dos territórios

– Atração de investimento estrangeiro, nomeadamente para financiamento em startups.