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No Metro do Porto, em face da redução acentuada da procura em virtude das medidas

de confinamento impostas, manteve-se em vigor a oferta implementada desde o dia 1

de fevereiro e que corresponde a cerca de 80% da oferta habitual. A oferta continua a

assegurar os níveis de distanciamento exigidos pelas medidas de combate à pandemia.

A Fertagus continua a garantir 100% da oferta e em condições normais de operação não

se tendo verificado nenhuma circulação a ultrapassar os 2/3 da lotação máxima. Na

sequência do Despacho n.º 10846-A/2020, foi reforçado o serviço ferroviário através do

modo rodoviário.

Na CP a oferta disponibilizada para os serviços regionais e suburbanos foi, também, de

100%. A oferta para o serviço Alfa Pendular foi de 50% e para o serviço internacional,

considerando as limitações às deslocações estritamente essenciais para fora do território

continental, verificaram-se também alterações. O comboio regional Raiano passou a ter

o seu términus/inicio em Elvas, em vez de Badajoz e os comboios internacionais 420 e

421, que ligam as cidades do Porto e de Vigo, foram suspensos.

Na Área Metropolitana de Lisboa a maioria dos operadores de transporte público

rodoviário com autorizações provisórias emitidas pela AML mantiveram a oferta

implementada desde o dia 25 de janeiro, ou seja, mantiveram os horários de período

não escolar garantindo, contudo, a oferta de pelo menos 90% face a um período normal

de operação.

Na Área Metropolitana do Porto (AMP) foram mantidos os horários adequados para os

passageiros que mantêm necessidades essenciais de deslocação, tendo sido ainda

reativados os serviços que servem o transporte de alunos do ensino pré-escolar e 1º ciclo

do ensino básico para dar resposta à determinação do governo de reabertura destes

graus de ensino a partir de 15 de março. Esta reativação não representa um aumento

significativo da oferta de transporte público, tendo em conta que a idade das crianças

que frequentam estes graus de ensino obriga normalmente a transporte dedicado.

Foi também monitorizado o serviço em geral face ao expectável aumento de procura,

quer pela necessidade de deslocação para o ensino pré-escolar e 1º ciclo, quer pelo

retorno ao trabalho presencial dos encarregados de educação. Não foram registadas

situações de excesso de lotação ou falta de oferta de transporte público neste período.

Procura de transporte

Os níveis de procura nas empresas tuteladas comparativamente com a procura verificada

em período homólogo pré-pandémico foram os seguintes:

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