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23 | II Série B - Número: 205 | 4 de Setembro de 2009

Comandos Distritais de Operações de Socorro informaram que os dodos carregados pelas Equipas de Manutenção e Exploração de Informação Florestal {EMEIF} apareciam alterados por desconhecidos» no SGIF.
No relatório do GNR lê-se, também, que a «Autoridade Florestal Nacional tentou substituir ocorrências no SGIF, passando-as para queimadas».
O Ministério do Administração Interna (MAI), contactado também pela Lusa para se pronunciar sobre a alteração de dados dos incêndios referida pela GNR, remeteu, em resposta escrita, para esta força de seguranoa qualquer explicação.
No relatório do GNR lê-se ainda que, «embora num número muito inferior ao de 2007, durante o ano passado também se «verificaram algumas alterações na primeira localização de incêndios e a área ardida inicialmente introduzida».
A GNR dá ainda conta que «os alertas dados pelos pastos de vigia não foram contabilizados como tal» no Sistema de Gestão de Informação dos Incêndios Florestais, apesar de aquela força de segurança ter registada 3194 alertas transmitidos a partir daqueles postos.
No sua resposta a Lusa, a MADRP, que tutela a ANF, defende que «os alertas são registados pela estrutura do GNR e são completamente fiáveis», além de que «no sistema são introduzidos dodos sucessivos pelas entidades responsáveis pelos três pilares do Sistema de Defesa do FJoresta Contra Incêndios» - AFN, GNR e Autoridade Nacional de Protecção Civil.
O Ministério da Agricultura refere, também, que «os relatórios quinzenais do AFN são provisórios e vão sendo consolidados à medida que as estruturas integrantes do Sistema introduzem novos dados».
A GNR escreve, par seu lado, que «A alimentação do SGIF e a sua permanente actualização» são do responsabilidade da Guarda, conforme a Portaria n.º 798/2006, de 8 de Agosto.
Ainda de acordo com o relatório «Floresta Segura 2008», no sistema encontram-se registadas várias ocorrências que não são consideradas incêndio florestal, por terem ocorrido em espaços urbanos ou porque o que ardeu é irrisório».
A GNR presume que «tal acontece para se tentar justificar as saídas dos meios de combate», uma vez que em incêndios florestais em espaço urbano «não há lugar ao pagamento do serviço».
Em 2007 registaram-se 18732 fogos, que destruiram 31 450 hectares, enquanto em 2008 o número de incêndios foi de 13 832, que consumiram 17 244 hectares, segundo dados oficiais.