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30 DIÁRIO DAS SESSÕES N.º 178

344 000 contos, contra 1 082 000 contos em período idêntico do último ano. Para este comportamento contribuiu exclusivamente a moeda legal, uma vez que os depósitos à vista sofreram ligeira contracção.
A evolução do volume de moeda em circulação nos últimos anos e a situação em 31 de Agosto do corrente ano podem ser observadas no quadro que a seguir se insere.

QUADRO XXX

Moeda em circulação (a)

[Ver tabela de imagem]

(a) Cf. observação ao quadro XXI do relatório da Conta Geral do Estado de 1958, p. 48.
(b) Elementos fornecidos pelo Instituto Nacional de Estatística.

A participação da moeda legal no total da moeda em circulação manteve-se ao nível do ano anterior - cerca de 31 por cento -, não se modificando, por isso, a tradicional composição dos meios de pagamento.

QUADRO XXXI

Moeda legal (a)

[Ver tabela de imagem]

(a) Elementos fornecidos pelo Instituto Nacional de Estatística.

O volume da circulação fiduciária experimentou nos primeiros oito meses do ano em curso uma contracção de 2000 contos, muito inferior à verificada em igual período de 1959, que se situou em 127 000 contos.
Para esse resultado contribuíram, como factores de expansão, o aumento da carteira comercial, os empréstimos e suprimentos e a redução dos depósitos de bancos e banqueiros e de outros depósitos e responsabilidades e, como factores de contracção, a diminuição do ouro e disponibilidades em moeda estrangeira e o acréscimo dos depósitos do Tesouro e da Junta do Crédito Público.
Em relação ao comportamento registado em 1959 lia, em especial, a salientar a variação observada na carteira comercial do Banco de Portugal durante o ano em curso.

QUADRO XXXII

Variação da emissão fiduciária (a)

(Em milhares de contos)

[Ver tabela de imagem]

(a) Elementos fornecidos pelo Instituto Nacional de Estatística.

86. A evolução da situação bancária no período considerado é apresentada no quadro XXXIII, onde se verifica que o acréscimo de volume de crédito concedido pelo sistema bancário é sensivelmente igual ao registado em período homologo do ano precedente.
A evolução observada na concessão de crédito no corrente ano deve-se, fundamentalmente, ao acréscimo verificado na carteira comercial do Banco de Portugal, porquanto os bancos comerciais acusaram menor expansão do volume de crédito distribuído. Também o acréscimo dos empréstimos diversos concedidos pela Caixa Geral de Depósitos, Crédito e Previdência durante os oito primeiros meses de 1960 foi de menos de metade do observado em igual período do ano anterior.