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DIÁRIO DAS SESSÕES N.° 180
A receita de 1967 ultrapassa a dos anos anteriores, apesar da quebra no Caminho de Ferro da Beira, e no quadro nota-se aumento em todas as explorações, mais vincado nos caminhos de ferro.
Nos três últimos anos a receita total das explorações foi a seguinte:
Contos
1965.................. 2 075 980
1966.................. 1 897 615
1967.................. 2 133 213
Exercício de 1967
91. A verba de maior relevo é a receita do tráfego, que se elevou a 1 770 199 contos. A recuperação traduziu-se por mais 267 467 contos. A conta total eleva a receita para 2 098 361 contos, porque inclui 251 676 contos de saldos de anos económicos findos.
As despesas elevam-se a 1 614 992 contos. O saldo de 1966 foi de 236 661 contos, menos 246 708 contos. A recuperação é muito satisfatória.
A receita e a despesa desdobram-se como segue:
Receitas: contos
Receita do tráfego........... 1 770 199
Receitas diversas de exploração..... 49 864
Reembolsos e reposições........ 25 662
Estabelecimentos acessórios....... 960
Saldo de anos económicos findos..... 251 676
2 098 361
Despesas: contos
Administração............. 44 914
Exploração.............. 884 815
Encargos gerais............ 277 727
Empréstimos e suprimentos....... 235 090
Fundos diversos............ 152 101
Diversos............. 20 345
Total........ 1 614 992
Saldo........ 483 369
Total geral..... 2 098 361
De um modo geral pode dizer-se que todas as verbas das receitas melhoraram. Nas despesas há o produto de empréstimos e suprimentos de 235 090 contos, superior em 50 923 contos à de 1966. E a esta verba se deve atender na determinação do saldo.
Análise das receitas
92. Um exame rápido das receitas dá ideia da sua origem.
Nos caminhos de ferro, o de Lourenço Marques aumentou para 794 679 contos, uma subida da ordem dos 174 081 contos. Deste modo, o saldo alcançou quase 500 000 contos (331 681 contos em 1966).
Os restantes caminhos de ferro apresentam deficits maiores que os de 1966.
As contas de exploração constam do quadro que segue:
[Ver Diário Original]