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15) Quais são as vantagens dos diferentes modelos de contas de poupança orientada

disponíveis a nível da UE? Será possível avançar para um modelo da UE?

16) Que tipo de reformas poderiam ser levadas a cabo a nível do IRS para melhorar as

condições de investimento, eliminando as distorções entre a dívida e os capitais

próprios?

17) Que considerações devem ser contempladas para a fixação de incentivos

adequados a nível nacional para a poupança a longo prazo? Em particular, de que

forma deverão os incentivos fiscais ser utilizados para incentivar de forma equilibrada

a poupança a longo prazo?

18) Que tipos de incentivos ao nível do imposto sobre as sociedades serão benéficos?

Que medidas poderão ser utilizadas para enfrentar os riscos de arbitragem, quando

são concedidas isenções/incentivos para determinadas atividades?

19) Poderia uma maior coordenação fiscal na UE apoiar o financiamento dos

investimentos a longo prazo?

20) Em que medida considera que a aplicação dos princípios da contabilização pelo

justo valor terão conduzido a uma visão de curto prazo no comportamento dos

investidores? Que alternativas ou outras formas de compensar estes efeitos poderiam

ser sugeridas?

21) Que tipos de incentivos poderiam ajudar a promover uma melhor participação dos

acionistas a longo prazo?

22) De que forma poderão os mandatos e incentivos dados aos gestores de ativos

evoluir de modo a apoiar estratégias de investimento e relacionamentos a longo

prazo?

23) Existirá a necessidade de reexaminar a definição de «obrigação fiduciária» no

contexto do financiamento a longo prazo?

II SÉRIE-A — NÚMERO 159______________________________________________________________________________________________________________

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