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24) Em que medida pode a maior integração da informação financeira e não-financeira

ajudar a proporcionar uma visão mais clara do desempenho de uma empresa a longo

prazo, contribuindo para melhores decisões de investimento?

25) Será necessário desenvolver padrões de referência específicos para o longo

prazo?

26) Que medidas adicionais poderiam ser previstas, em termos de reforma da

regulamentação da UE ou outras, para facilitar o acesso das PME a fontes de

financiamento alternativas?

27) De que forma poderão ser concebidos instrumentos de titularização para as PME?

Quais serão as melhores formas de utilizar a titularização para mobilizar os

intermediários financeiros no sentido de assegurar empréstimos/investimentos

adicionais para as PME?

28) Seria oportuno criar uma abordagem totalmente separada e distinta para os

mercados dedicados às PME? Como e quem poderia desenvolver um mercado

dedicado às PME, nomeadamente com produtos titularizados especificamente

concebidos em função das necessidades de financiamento das PME?

29) Um enquadramento regulamentar da UE seria vantajoso ou prejudicial para o

desenvolvimento destas fontes alternativas de financiamento não-bancário para as

PME? Que reformas seriam úteis para ajudar a manter a sua tendência de

crescimento?

30) Para além da análise e das potenciais medidas contidas no presente Livro Verde,

que outras ações poderiam contribuir para o financiamento a longo prazo da economia

europeia?

Tendo em conta o objeto da iniciativa, foi solicitado parecer escrito aos reguladores

Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, Banco de Portugal e Instituto de

Seguros de Portugal. Também foi solicitado o respetivo parecer à Associação

Portuguesa de Bancos, à Associação Portuguesa de Seguradoras e à Associação

Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Patrimónios.

28 DE JUNHO DE 2013______________________________________________________________________________________________________________

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