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aplicação das regras prudenciais aplicáveis respetivamente às seguradoras,

empresas de resseguros e fundos de pensões, incluindo as instituições de

realização de planos de pensões profissionais?

8) Quais são os entraves à criação de mecanismos de investimento conjunto?

Poderão ser desenvolvidas plataformas desse tipo a nível da UE?

9) Que outras opções e instrumentos poderiam ser considerados para reforçar

as capacidades dos bancos e investidores institucionais na canalização do

financiamento a longo prazo?

10) Existe algum impacto cumulativo das reformas prudenciais atuais e

previstas sobre o nível e o caráter cíclico dos investimentos globais a longo

prazo, e até que ponto esse impacto é significativo? Qual será a melhor forma

de lidar com quaisquer desses impactos?

11) De que forma se poderá melhorar o financiamento dos investimentos a

longo prazo pelos mercados de capitais na Europa?

12) Como poderão os mercados de capitais ajudar a colmatar o défice em

fundos próprios na Europa? O que deve mudar no modo de funcionamento da

intermediação de mercado para assegurar um melhor fluxo do financiamento

para investimentos a longo prazo, bem como um melhor apoio ao

financiamento de investimentos a longo prazo num quadro de crescimento

sustentável em termos económicos, sociais e ambientais e uma proteção

adequada dos investidores e dos consumidores?

13) Quais são os prós e os contras da criação de um enquadramento mais

harmonizado para as obrigações cobertas? Que elementos poderiam integrar

esse enquadramento?

II SÉRIE-A — NÚMERO 159______________________________________________________________________________________________________________

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