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14) De que modo poderá o mercado de titularizações na UE ser reativado a fim

de alcançar o justo equilíbrio entre a estabilidade financeira e a necessidade de

melhorar a transformação dos prazos de vencimento pelo sistema financeiro?

15) Quais são as vantagens dos diferentes modelos de contas de poupança

orientada disponíveis a nível da UE? Será possível avançar para um modelo da

UE?

17) Que considerações devem ser contempladas para a fixação de incentivos

adequados a nível nacional para a poupança a longo prazo? Em particular, de

que forma deverão os incentivos fiscais ser utilizados para incentivar de forma

equilibrada a poupança a longo prazo?

18) Que tipos de incentivos ao nível do imposto sobre as sociedades serão

benéficos? Que medidas poderão ser utilizadas para enfrentar os riscos de

arbitragem, quando são concedidas isenções/incentivos para determinadas

atividades?

19) Poderia uma maior coordenação fiscal na UE apoiar o financiamento dos

investimentos a longo prazo?

21) Que tipos de incentivos poderiam ajudar a promover uma melhor

participação dos acionistas a longo prazo?

22) De que forma poderão os mandatos e incentivos dados aos gestores de

ativos evoluir de modo a apoiar estratégias de investimento e relacionamentos

a longo prazo?

23) Existirá a necessidade de reexaminar a definição de «obrigação fiduciária»

no contexto do financiamento a longo prazo?

28 DE JUNHO DE 2013______________________________________________________________________________________________________________

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