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20 DE FEVEREIRO DE 2016 161______________________________________________________________________________________________________________

Gráfico 14 – Consumo das famílias e bens Gráfico 15 – Relação entre desigualdade de duradouros, em volume rendimento e o peso de bens duradouros no

(em percentagem e em milhões de euros) consumo das famílias

Bens duradouros (peso no total, em %) Consumo famílias (tva, em %) 12,0

2005Consumo famílias (M €) - esc. direita 11,0

2007 2006 20042008 200316,0 140 000

14,0 10,0 201012,0 120 000

10,0 100 000 9,0 20098,06,0 80 000 20118,04,0 60 0002,0 20140,0 40 000 7,0

-2,0 2012 201320 000-4,0 6,0-6,0 0 33 34 35 36 37 38 39

Índice de Gini Fontes: INE, Ministério das Finanças e cálculos da UTAO. | Fontes: INE e cálculos da UTAO. | Nota: Índice de Gini é um Nota: Os valores para 2015 e 2016 correspondem à indicador de desigualdade na distribuição do rendimento estimativa do OE/2016, considerando por hipótese que o que visa sintetizar num único valor a assimetria dessa consumo das ISFLSF aumenta à mesma taxa que em 2014. distribuição, assumindo valores entre 0 (quando todos os

indivíduos têm igual rendimento) e 100 (quando todo o rendimento se concentra num único indivíduo).

Tabela 3 – Elasticidades das importações face ao PIB Elasticidades das Importações face ao PIB de curto prazo Elasticidades de longo prazo

Fonte INE EOE/2016 PE/2015-19 OE/2015 Cálculos UTAOPeríodo de 2014 2015 2016 2015-19 2015 1978-2014 1998-2014anál i se

Mediana do rácio das

Método Rácio Rácio Rácio Rácio Estimação Estimaçãoelasticidades

anuais Preços

correntes 2,6 0,7 1,3 1,7 1,7 1,1 1,2Preços

constantes 8,0 4,6 3,1 2,4 2,9 2,7 2,3 Fontes: INE, Ministério das Finanças e cálculos da UTAO. | Nota: Para maior detalhe sobre a estimação da elasticidade de curto prazo ver “Caixa 2 – Importações e relação com o PIB”, no Parecer técnico da UTAO n.º 3/2014 “Análise da 2.ª alteração ao Orçamento do Estado para 2014”.

16 Apesar do contributo negativo da procura externa líquida, o OE/2016 prevê uma melhoria do saldo externo em termos nominais, em resultado de uma evolução favorável à economia portuguesa dos termos de troca (Gráfico 13). De acordo com o OE/2016, a melhoria do saldo da balança corrente e de capital em 2015 e em 2016 de 2% do PIB para 2,2%, resultará de uma evolução prevista para a balança corrente de 0,6% para 0,9%, antecipando-se uma ligeira deterioração do saldo da balança de capitais (Gráfico 16).15 Por setor institucional, prevê-se a diminuição da capacidade de financiamento do setor privado face ao resto do mundo, mantendo-se contudo positiva ao longo da previsão. Neste contexto, a melhoria da capacidade de financiamento da economia resultará da diminuição do saldo negativo das administrações públicas (Gráfico 17).

15 A deterioração da balança de capitais surge apesar de no relatório do OE/2016 se prever um aumento das transferências da UE para Portugal.

UTAO | PARECER TÉCNICO n.º 3/2016 • Análise à Proposta de Lei do Orçamento do Estado para 2016

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199619971998199920002001200220032004200520062007200820092010201120122013201420152016

Peso dos bens duradouros