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12 DE JUNHO DE 2019

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(IEFP/MTSSS)

– Desemprego registado jovem, por concelho (IEFP/ MTSSS)

– Desemprego registado jovem qualificado, por concelho (IEFP/ MTSSS)

– % de trabalhadores por conta de outrem com contratos a termo, por concelho (Quadros de Pessoal,

GEP/MTSSS)

– % de trabalhadores por conta de outrem a tempo parcial, por concelho (Quadros de Pessoal,

GEP/MTSSS)

– Evolução do pessoal ao serviço, por tipo de contrato, sexos e grupos etários, por concelho (INE; MTSSS

Medida 3.8

TÍTULO: Desenvolver ecossistemas de inovação de base territorial

ENQUADRAMENTO NOS DESAFIOS TERRITORIAIS 2.1; 2.3; 3.2; 3.3; 5.1; 5.2; 5.3

1. DESCRIÇÃO DA MEDIDA JUSTIFICAÇÃO DA MEDIDA

A estratégia de criação de clusters de competitividade, seguida nos últimos quadros comunitários,

contribuiu para uma especialização produtiva dos territórios, por via da agregação de conhecimento e de

competências em torno de determinadas atividades económicas, tirando partido das economias de

aglomeração. As atuais estratégias de especialização inteligente (ENEI e EREI) devem ser aprofundadas

tendo em vista evidenciar os efeitos das economias de aglomeração, que beneficiem das economias das redes

e da capacidade de criar proximidade multidimensional (territorial, social, cognitiva, organizacional, entre

outras) e multiescalar (local, regional, nacional, internacional e global), orientando-se para o reforço das

relações de complementaridade que possam acelerar os processos de inovação e, assim, aumentar a

competitividade e o crescimento económico.

A diversidade de mosaicos de atividades económicas observados no território nacional induz ao

desenvolvimento de estratégias baseadas nas especificidades territoriais, na potenciação dos seus recursos

diferenciadores e no capital territorial em geral, através do reforço dos processos de inovação desenvolvidos

no seio desses ecossistemas de base territorial, alinhados com a estratégia de especialização inteligente. São

necessárias políticas públicas que ajudem, nuns casos, a germinar e, noutros, a evoluir para estádios mais

avançados. Urge criar e/ou reestruturar o sistema de governança dos ecossistemas; identificar e caraterizar o

capital territorial de cada ecossistema; construir objetivos e metas partilhados e tangíveis; reforçar e/ou

articular as infraestruturas tecnológicas de inovação; reforçar a produção de conhecimento aplicado aos

objetos do ecossistema; robustecer a capacidade organizacional; identificar e fortalecer as organizações com

papel de liderança, de spillover e de broker; diversificar as esferas institucionais envolvidas nos processos de

inovação de cada ecossistema; reforçar os canais de financiamento à inovação e ao empreendedorismo;

reforçar as redes endógenas à escala local e regional; difundir e enraizar uma cultura local de inovação e

empreendedorismo nos atores do ecossistema e na generalidade das comunidades locais/regionais; criar e

intensificar as redes exógenas às escalas nacional, internacional e global.

DESCRIÇÃO SUMÁRIA

Trata-se de uma medida de ação agregadora de iniciativas de germinação e robustecimento das diferentes

componentes dos ecossistemas de inovação de base territorial, que procura integrar um leque de instrumentos

flexíveis cuja aplicação territorial deve seguir geometrias variáveis em função dos estádios de evolução de

cada um dos ecossistemas de inovação de base territorial. Assim, a medida abrange os seguintes aspetos:

– identificação e caraterização das componentes dos ecossistemas territoriais de inovação, considerando

as especificidades do capital territorial de cada ecossistema, e aprofundamento do conhecimento sobre os