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12 DE JUNHO DE 2019

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e/ou o setor primário, e haverá um novo reposicionamento das empresas nas cadeias de valor globais.

É central a promoção das competências digitais, pois serão transversais às necessidades

socioeconómicas, mas importa continuar a (re)qualificar os recursos humanos, sobretudo as formações

dirigidas para as atividades de serviços, tanto a montante (design, engenharia e desenvolvimento) como a

jusante (circuitos de distribuição e ligação aos clientes, serviços pós-venda e gestão da marca e da imagem

do produto), tendo presente as necessidades dos ecossistemas de inovação de base territorial em processos

de mudança.

OBJETIVOS OPERACIONAIS

1. Adequar os conteúdos programáticos do ensino básico, secundário e profissional, a oferta formativa do

ensino superior e a oferta de (re)qualificação e formação profissional às novas exigências tecnológicas e

relacionais.

2. Avaliar de que forma o ensino superior e o sistema científico podem posicionar-se atendendo aos

diferentes ativos regionais.

3. Promover a cooperação interinstitucional de base territorial, para preparar os processos de mudança, de

forma a dinamizar processos de adaptação de base territorial.

4. Desenvolver o papel das startups na inovação tecnológica direcionada à indústria 4.0.

5. Promover a tecnologia 4.0 portuguesa no mercado externo, a internacionalização das empresas e a

atração de investimento estrangeiro.

6. Promover a reindustrialização de Portugal com base na «nova fábrica do futuro», isto é, empresas que

integrem produtos e serviços e que visem a criação de soluções com alto valor acrescentado.

7. Reforçar a inserção nas cadeias globais de produção, abastecimento e distribuição, e simultaneamente

reforçar a participação nas redes digitais globais que integram horizontalmente todos os segmentos da cadeia

de valor.

8. Apostar na inovação de sectores estratégicos de produção nacional, com base no aproveitamento de

potencialidades e recursos existentes em cada território.

2. RESPONSABILIDADES DE CONCRETIZAÇÃO ENTIDADES ENVOLVIDAS

Entidades de Coordenação

IAPMEI; FCT;ANI; CCDR; DGPM; Regiões Autónomas

Principais Parceiros

COTEC Portugal; ACEPI; ISQ; IPQ; SPGM; PME Investimentos;

Entidades Gestoras de Clusters; Associações empresariais; Centros

de Interface e Centros Tecnológicos; Colab da Transformação Digital;

Ensino Superior; Entidades do SCT

RELAÇÃO COM REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS E OPERACIONAIS NACIONAIS

Iniciativa Portugal i4.0; Estratégia Nacional de Especialização Inteligente (ENEI); Estratégias Regionais de

Especialização Inteligente (EREI)

3. MONITORIZAÇÃO

EFEITOS ESPERADOS:

– Capacitação do capital humano e do capital social em geral nas tecnologias digitais. SOCIAL

– Aceleração da adoção das tecnologias e dos conceitos da indústria 4.0 no tecido empresarial português.

– Ajustamento dos sistemas de inovação de base territorial à Revolução Industrial 4.0.

– Reforço da presença e visibilidade internacional das empresas tecnológicas portuguesas e,

consequentemente, aumento das exportações.

– Conversão de Portugal num hub atrativo para o investimento no contexto 4.0.