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II SÉRIE-A — NÚMERO 110

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– Reforço do processo da reindustrialização

INDICADORES DE MONITORIZAÇÃO

– VAB das industrias da alta e média-alta tecnologia, por NUTS III (INE)

– VAB dos serviços intensivos em conhecimento de alta tecnologia, por NUTS III (INE)

– Proporção da despesa em investigação e desenvolvimento (I&D) no PIB, por NUTS III (INE)

– População entre os 30 e 34 anos com o 3º ciclo de ensino superior por domínios científicos, por concelho

(INE)

– Estudantes do ensino superior nos cursos STEM (Science, Technology, Engineering, and Mathematics),

por concelho (DGEEC)

– Taxa de pessoal ao serviço das indústrias de alta e média-alta tecnologia, por NUTS III (INE)

– Taxa de pessoal ao serviço em serviços intensivos em conhecimento de alta e média-alta tecnologia, por

NUTS III (INE)

– Proporção de investigadoras/es equivalente a tempo integral (ETI) na população ativa, por NUTS III (INE)

Medida 3.10

TÍTULO: Reforçar a internacionalização e a atração de investimento externo

ENQUADRAMENTO NOS DESAFIOS TERRITORIAIS: 2.1; 2.3; 3.2; 3.3; 5.2; 5.3

1. DESCRIÇÃO DA MEDIDA

JUSTIFICAÇÃO DA MEDIDA

As exportações e a balança comercial positiva contribuíram para a resiliência nacional no período de crise

financeira e para os atuais resultados positivos do crescimento do PIB. Nos últimos anos, a atração de turistas

e residentes a tempo parcial aumentaram e o investimento externo no setor do imobiliário e construção

intensificou-se. A inserção de Portugal em redes internacionais nos domínios da ciência e da cultura também

foi reforçada. Os fatores de atratividade distintivos de Portugal são sobretudo a localização geográfica, o clima,

o ambiente e a qualidade de vida, as competências tradicionais nas áreas da engenharia e da indústria e os

novos centros de conhecimento e as novas competências (I&D, inovação empresarial, qualificação dos

recursos humanos). A conetividade digital e aérea e a presença no ciberespaço vão ser determinantes.

O crescimento económico estrutural passa, entre outros, pelo reforço das exportações de bens, serviços,

conteúdos e conceitos, cuja diferenciação global deve-se orientar por uma crescente incorporação de

conhecimento e inovação. Por outro lado, o investimento direto estrangeiro (IDE) é uma condição importante

para o robustecimento da estrutura produtiva e para o reforço de participação nas redes globais de produção

de bens, serviços, conteúdos e conceitos, e promover o desenvolvimento económico. Em termos de processos

de inovação e empreendedorismo, o IDE, sob a forma de capital de risco, é particularmente relevante para

alavancar atividades intensivas em conhecimento e em incerteza, que estão na base da emergência das

startups.

A maior propensão para que o IDE, as poupanças internacionais, os turistas, os residentes a tempo parcial,

os «talentos», investigadores ou estudantes estrangeiros se dirijam para as metrópoles ou para as cidades

médias contribui para reforçar a capacidade de internacionalização de Portugal. O seu efeito positivo estende-

se às regiões envolventes, através de efeitos de spillover, quando devidamente estimulados e programados

por via da mobilização das complementaridades próprias do capital territorial específico das regiões,

reforçando as redes interurbanas e as relações urbano-rurais.

DESCRIÇÃO SUMÁRIA