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0008 | II Série C - Número 001 | 25 de Setembro de 2004

 

Quanto à Agência Europeia de Defesa, enunciaram-se os principais desafios que se colocam a uma AED que queira satisfazer plenamente o propósito para que foi criada: através da R&D evitar a dependência crescente da União.
Para atingir esse objectivo, os governos devem entender-se o mais rapidamente possível sobre a partilha de responsabilidades quanto ao funcionamento e às actividades da Agência, pondo termo a uma crise de "leadership" que condiciona a acção da AED e pode mesmo ser responsável pela sua transformação numa simples estrutura de coordenação, conselho e peritagem técnica.
A propósito da AED, debateram-se ainda as possibilidades e o interesse de recorrer às cooperações reforçadas (cooperações estruturadas) introduzidas pelo Tratado Constitucional.
Em matéria de base industrial e tecnológica, uma vez mais a cooperação, agora entre as empresas do sector, é a palavra-chave para que possam sobreviver num mercado exigente e altamente competitivo. Daí o carácter vital quer de um mercado integrado com dimensão transatlântica quer de um Código de Boas Práticas para regular o funcionamento do mercado.
Além destas três sessões, realizaram-se igualmente uma visita à empresa Thales Nederland B.V., de sistemas electrónicos militares, e ao Corpo Germano-holandês (Força de Reacção da NATO) sedeado em Munster.

Lisboa, 20 de Setembro de 2004.
A Deputada do PSD, Maria Eduarda Azevedo.

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