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27 DE NOVEMBRO DE 1956 6-(101)

(...) e interessante é também o quadro a seguir, que nos mostra a distribuição que houve, dos saldos pelos diversos territórios fornecedores e compradores, dando-lhes assim a posição da balança de pagamentos nos últimos quatro anos:

(ver tabela na imagem)

Aqui a percentagem diz respeito às exportações sobre as importações. Existe pois, um deficit, mas há que lhe dar o seu verdadeiro significado: o de uma elevada percentagem do seu montante resultar de aquisições para apetrechamento da província. As obras do Plano de Fomento, o aumento da quilometragem das vias férreas e linhas de camionagem, o melhoramento das técnicas de produção em resultado da assistência técnica prestada, etc., certamente virão num futuro
próximo ou relativamente próximo, contribuir para o aumento da produção de consumo e de exportação, fazendo melhorar a punição da balança comercial.
Os dois quadros que seguem dão uma análise, segundo as classes das pautas aduaneiras, dos movimentos das importações e exportações da província permitindo apreciar melhor as tendências do comércio externo:

Quadro I

(ver tabela na imagem)

Quadro II

(ver tabela na imagem)

Como se verifica, nas importações têm principal relevo as máquinas, embarcações, etc., e as manufacturas diversas, que, em conjunto, representam cerca de 30 por cento do total. As matérias-primas têm uma percentagem de pouco menos de 17 por cento, o que bem se compreende numa província que activamente está procurando apetrechar-se para um melhor aproveitamento das suas riquezas naturais.

Nas exportações marcam posição destacada posição as matérias-primas. com 60,83 por cento, seguindo-se, a grande distância, as substâncias alimentícias, com 27,21 por cento.
Eis seguidamente um quadro das principais mercadorias importadas e seus quantitativos, em contos e toneladas, durante caída um dos anos constituintes do quadriénio 1952-1905.