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93 | II Série A - Número: 009S2 | 13 de Outubro de 2007

Gráfico II.2.4. Comércio por Grosso de Bens de Investimento – Actividade Prevista (Saldo de respostas extremas, valores efectivos, MM3) -60
-50
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0
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30 Fonte: INE.
Gráfico II.2.5. Índice de Volume de Negócios na Indústria de Bens de Investimento – Mercado Nacional (Variação homóloga, MM3, %) -20.0
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Fonte: INE.
Por outro lado, os factores que normalmente condicionam a tomada de decisões de investimento por parte das empresas têm vindo a apresentar-se mais favoráveis, nomeadamente a procura tem sido referenciada pelas empresas como menos restritiva enquanto factor limitativo do investimento (Gráfico II.2.6). Acresce que a actividade do sector privado deverá continuar a expandir-se acima da média da economia, pelo que a aceleração esperada do investimento empresarial é consistente com o andamento pró-cíclico que esta variável tem evidenciado no passado. Por sua vez, as condições de financiamento têm permanecido favoráveis, tendo-se observado ao longo de 2007 uma aceleração nos empréstimos bancários concedidos às empresas não financeiras do sector privado. Importa realçar que, pela primeira vez desde o início de 2005, os resultados de Outubro de 2007 do Inquérito aos Bancos sobre o Mercado de Crédito mostram que o financiamento do investimento foi um dos factores que contribuiu para o aumento da procura de crédito por parte das empresas (Gráfico II.2.7).
Gráfico II.2.6. Principal factor limitativo do investimento empresarial Deterioração das perspectivas de vendas 0,0
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(%) Fonte: INE, Inquérito de Conjuntura ao Investimento, vários.
Gráfico II.2.7. Factores para o crescimento do crédito bancário às empresas Financiamento de investimento -0,6 -0,4 -0,2 0,0 0,2 0,4
Jan05
Abr05
Jul05
Out05
Jan06
Abr06
Jul06
Out06
Jan07
Abr07
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Out07 Fontes: Banco de Portugal (Inquérito aos Bancos sobre o Mercado de Crédito, vários) e Ministério das Finanças e da Administração Pública. Nota: o eixo das abcissas representa saldos de respostas ponderadas expressos em desvios face à situação neutral (valor neutro=3).
Por último, refira-se que o investimento empresarial apresenta uma correlação positiva com as exportações, mas tende a evoluir com algum desfasamento face a estas
10
. Por outro lado, o facto do elevado dinamismo das exportações em 2006 e primeiros sete meses de 2007 não ter sido acompanhado por uma expansão mais robusta do investimento empresarial, pode ser explicado pelo facto de uma parte significativa do investimento das 10 Entre 3 a 12 trimestres (coeficiente de correlação máximo no trimestre 9), de acordo com o Banco de Portugal, Boletim Económico Outono 2006, pág 52.