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RELATÓRIO OE2018

Economia Portuguesa: Evolução Recente e Perspetivas para 2018

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Quadro I.2.5. População ativa, emprego e desemprego (taxas de variação homóloga, em %)

Fonte: INE, Inquérito Trimestral ao Emprego.

O aumento do emprego reflete evoluções positivas do emprego por conta de outrem (3,9%) e do

emprego por conta própria (1,4%). Relativamente aos contratos por conta de outrem, importa destacar

que a sua dinâmica se ficou a dever essencialmente à evolução dos contratos sem termo (4,8%), que

contrasta com um crescimento marginal dos contratos a termo (0,1%).

A taxa de desemprego diminuiu para 9,5%, no primeiro semestre de 2017 (11,6% em igual período do

ano passado), sendo que no segundo trimestre de 2017 foi de 8,8% - o valor mais baixo desde o primeiro

trimestre de 20114.

De destacar a descida especialmente acentuada da taxa de desemprego de longa duração - que mantém

a tendência descendente desde o segundo trimestre de 2016. A população numa situação de

desemprego de longa duração desceu, no primeiro semestre de 2017, 21,2% em termos homólogos e

15% em cadeia, constituindo, ainda assim, 59% do total dos desempregados. A redução do desemprego

é também corroborada pela diminuição do número de desempregados inscritos nos centros de emprego.

De acordo com o IEFP, no final de agosto de 2017, encontravam-se inscritos cerca de 418 mil

desempregados nos centros de emprego, menos 16,1% do que em igual período de 2016.

Gráfico I.2.7. Taxa de desemprego (%)

Gráfico I.2.8. Contributos para o crescimento do emprego

(p.p.)

Fonte: INE. Fonte: INE.

Aumento Moderado da Inflação

O Índice de Preços no Consumidor (IPC) registou um crescimento médio de 1,3% nos primeiros 9 meses

do ano, acelerando 0,7 p.p. face ao registado no ano de 2016. Já o IHPC cresceu 1,5%, 0,2 p.p. acima do

IPC nacional e 0,1 p.p. abaixo do crescimento médio da área do euro. A dinâmica é semelhante à do IPC

nacional, tendo registado uma aceleração de 0,9 p.p. face a 2016. Esta aceleração resultou em grande

medida de um contributo positivo da componente energética, após ter registado um contributo negativo

4 De notar que devido à quebra de série no final de 2010 torna-se inviável realizar uma comparação com os dados

anteriores a esta data.

I II III IV I II I-II

População ativa (tvh, %) -0,6 -0,3 -0,7 -0,8 0,3 -0,2 0,6 1,2 0,9

Taxa de participação 58,6 58,5 58,1 58,3 58,8 58,6 58,5 59,0 58,8

Emprego total (tvh, %) 1,1 1,2 0,8 0,5 1,9 1,8 3,2 3,4 3,3

Taxa de desemprego (%) 12,4 11,1 12,4 10,8 10,5 10,5 10,1 8,8 9,5

Desemprego de longa duração (% desemprego total) 63,5 62,1 59,2 64,1 63,2 62,1 58,9 59,2 59,0

Taxa de desemprego jovem (15-24) 32,0 27,9 31,0 26,9 26,1 27,8 25,1 22,7 23,9

2015 20162016 2017

-20

-18

-16

-14

-12

-10

-8

-6

-4

-2

0

8,0

9,0

10,0

11,0

12,0

13,0

14,0

15,0

16,0

I II III IV I II III IV I II III IV I II

2014 2015 2016 2017

Tx. Desemprego (%, eixo esq.) Média Anual

Pop. Desempregada (VH, %)

-3,0

-2,0

-1,0

0,0

1,0

2,0

3,0

4,0

5,0

I II III IV I II III IV I II III IV I II

2014 2015 2016 2017

Agricult., pecuária, silvic. e pesca Indústria TransformadoraConstrução ServiçosEmprego (VH, %)

13 DE OUTUBRO DE 2017________________________________________________________________________________________________________________

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