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12 DE SETEMBRO DE 2018 171

DESCRIÇÃO SUMÁRIA

Em primeiro lugar deve ser consolidado o posicionamento estratégico de Portugal (como hub de

ancoragem de cabos submarinos internacionais. Ao mesmo tempo deve-se construir uma estratégia nacional

que potencie a amarração de sistemas internacionais em cabo submarino em território nacional. Estas

medidas devem garantir uma conetividade internacional diversificada, autónoma e independente de redes

terrestres, que responda às necessidades futuras do País e potencie o desenvolvimento de indústrias

tecnológicas e de conteúdos, de projetos científicos, de polos de desenvolvimento e inovação e a interligação

entre centros de investigação e redes universitárias.

Tendo em conta o prazo de vida útil das atuais ligações, principalmente entre os Açores e o Continente e

os Açores e a Madeira, devem-se acautelar soluções de conexão via cabo submarino que contribuam para a

aproximação dos territórios e a coesão nacional. No que respeita à amarração de cabos submarinos

internacionais, se resolvido o problema de interligação entre as Regiões Autónomas e entre estas e o

Continente, estará criada uma plataforma de amarração de cabos submarinos internacionais que poderá

deste modo dar resposta aos anseios de tornar o País com um papel mais importante na rede mundial, quer

para as funções de hub de trânsito, quer para dar resposta às necessidades do País em termos de acesso a

uma rede mundial, com diversificação, autonomia, qualidade de serviço, com condições comerciais

vantajosas e com independência de redes terrestres.

OBJETIVOS OPERACIONAIS

1. Aumentar conetividade internacional.

2. Tornar Portugal num nó da rede internacional.

3. Assegurar o futuro das ligações entre o Continente e as Regiões Autónomas.

4. Promover a interligação entre as Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores.

5. Criar oportunidades de mais-valias para o setor.

6. Tornar Portugal num nó preponderante na interligação dentro da CPLP.

2. RESPONSABILIDADES DE CONCRETIZAÇÃO

ENTIDADES ENVOLVIDAS

Entidades de ANACOM; Regiões Autónomas Principais Parceiros DGRM; Ceiia; Cluster do Mar

Coordenação

RELAÇÃO COM REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS E OPERACIONAIS NACIONAIS

Agenda Portugal Digital

3. MONITORIZAÇÃO

EFEITOS ESPERADOS:

– Aumento da conetividade a nível internacional e nacional.

– Aproximação digital entre as Regiões Autónomas e entre as Regiões Autónomas e o Continente.

– Implantação de pontos de troca de tráfego Internet (IXPs) e de pontos de presença de operadores

(PoPs). Com o desenvolvimento da instalação de novas Telehouses.

– Implantação de centros de I&D internacionais assim como de polos de desenvolvimento e inovação.

– Desenvolvimento da indústria de armazenamento de dados e de localização de conteúdos.

– Criação de valor através da contratação por terceiros da utilização dos cabos submarinos.

– Integração do assunto da rede submarina na defesa da estratégia nacional para a ZEE.