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63 | II Série B - Número: 050 | 12 de Janeiro de 2009

situação clínica quer por dificuldades em operacionalizar a sua transferência para o internamento ou, em certos casos, para outros serviços e hospitais. Num e noutro caso, estão certamente em causa os procedimentos em vigor na urgência, a capacidade em MCDT e o número de profissionais, nomeadamente, médicos.
Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, o Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda, dirige ao Governo, através do Ministério da Saúde, as seguintes perguntas: 1.ª O CA procedeu a algum estudo sobre as condições de funcionamento da urgência do Hospital de Faro? 2.a O CA tem algum plano de medidas para resolver o continuado mau funcionamento da urgência do Hospital de Faro? 3.ª Nos últimos três anos quantos profissionais abandonaram o Hospital de Faro, no total e por carreira? 4.ª Nos últimos três anos quantos profissionais foram admitidos no Hospital de Faro, no total e por carreira? 5.ª O CA recorreu à contratação de médicos e de outros profissionais para reforçar o serviço de urgência daquele Hospital? 6.a De que MCDT dispõem a urgência do Hospital de Faro? 7.ª Relativamente aos MCDT de que a urgência não dispõe, como são efectuados esses exames e qual o seu tempo médio de demora? 8.a Os Centros de Saúde dispõem de Consulta Aberta ou qualquer serviço de atendimento permanente? 9.a Qual o horário de funcionamento desses serviços? 10.ª Face à situação arrastada de sucessivos problemas no serviço de urgência, não considera o Governo ser necessário proceder a uma auditoria ao funcionamento do serviço de urgência do Hospital de Faro? Palácio de São Bento, 15 de Dezembro de 2008.