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86 | II Série B - Número: 057 | 29 de Janeiro de 2009

1. Porque é que a escola secundaria Moinho de Maré não foi demolida no ano de 2007, como estava previsto? 2. Em que estado se encontra neste momento essa escola, depois dos incêndios ocorridos? 3. Que efeitos podem ter resultado para as comunidades escolares vizinhas e para os residentes circundantes, da inalação de fumos dos incêndios ocorridos, sabendo que os pavilhões tinham coberturas com amianto? 4. Desde então, que diligências tomou esse Ministério em relação a esta situação? 5. Que razão levou a Autoridade para as Condições de Trabalho a reprovar o plano de demolição proposto? 6. E para quando se pode esperar que esta Autoridade aprove um plano de demolição daquela escola? 7. Desde a aprovação desse plano até à efectiva demolição da escola, quanto tempo se prevê que decorra? 8. Considera, ou não, esse Ministério urgente livrar as populações da inalação de partícutas de amianto decorrentes daquela escola? Porquê? Palácio de São Bento, de 23 de Janeiro de 2009.