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7 DE JANEIRO DE 1995

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A primeira destas séries terminou neste trimestre, consolidando-se as emissões de maior maturidade e taxa mais baixa, como demonstra o nível de colocações atingido pelas OT 11,875%, Abril de 2000, e pela nova série OT 10,625%, Junho de 2003.

A procura global foi de 756,3 milhões de contos, para uma oferta de 155 milhões de contos.

As mais-valias realizadas pelo Estado com a colocação destes títulos atingiram o valor de 11,7 milhões de contos neste trimestre.

Registe-se o aumento do volume de emissões dos certificados de aforro, apesar de as taxas terem continuado a baixar; a taxa líquida era de 10,2% no início do trimestre, passando para 9,35% no final do mesmo.

Emitiram-se CEDP no valor de 19,435 milhões de contos.

As amortizações, envolvendo 136,560 milhões de contos, corresponderam basicamente à amortização do empréstimo OT 18%, Julho de 1993, com 52,687 milhões de contos, à amortização contratual do Empréstimo interno amortizável até 340 milhões de contos, 1988, com 32,837 milhões de contos, e a 45,347 milhões de contos de certificados de aforro.

Ficou concluída a amortização do empréstimo Tesouro familiar, 1988.

Em «Regularizações diversas» destaca-se o valor de 2,733 milhões de contos, que correspondeu a anulações incidentes sobre os empréstimos decorrentes das nacionalizações e que tiveram contrapartida no produto das privatizações em poder do FRDP.

É ainda de referir o valor da capitalização do aforro com 44,616 milhões de contos.

O 4.° trimestre trouxe um aumento à dívida de 204,124 milhões de contos.

As emissões totalizaram 304,181 milhões de contos, correspondendo 214,413 milhões de contos a OT:

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Desta última série houve 4,073 milhões de contos que ficaram em carteira do FRDP e do Fundo de Renda Vitalícia (FRV) não sendo, assim, considerados na dívida efectiva.

O nível global da procura foi de 624,93 milhões de contos para uma oferta de 140 milhões de contos.

As mais-valias obtidas com a colocação destes títulos ascenderam a 23,3 milhões de contos neste período.

Tal como se pode observar no gráfico de evolução das taxas médias ponderadas das OT, por trimestre e por série, o comportamento destas taxas acompanhou, em média, as tendências do mercado em geral, mantendo ao longo do ano um sentido descendente. Essa redução das taxas foi particularmente acentuada no último trimestre do ano.

Taxa média ponderada das 0T, por trimestre e por série

Percentagem

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13.5% Dez. 95 —t— 13% Dez. 97 12,5 % Jan. 98

12,75%Jan.96 11,875%Abr.2000 10,625%Jun.2003

As emissões de certificados de aforro decresceram neste trimestre, sendo de 77,437 milhões de contos.

A sua taxa líquida evoluiu de 8,95%, no início do trimestre, para 8,20% no seu final. Foram emitidos CEDP no valor de 16,262 milhões de contos.