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ISe&s&o.de 3 de Afai-ço.áe 3925: •

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acçitar ê *.qn0 o sucessor; da •Sjr.v.Jpsé Dq-miague.s -dos ..Santos fosse,. o,. SE. .Vi.torma;. Gukaarâes, o -leader .da facção esquerdista que, incondicionalmente,, j defçndeu, a.o.bra iP do Sr. José Domingaets1d.os,Santo.s.i, ,...;..•

Antigamente, > Q .. partido, ~tque deitas.se abaixo . um . Gayêrnp era :o que assumia.; . o Poder. ... ...;_';,. - r .-,... .-_,. • ' .; ,...;-.....- ,;'.

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Fpram, os -nacionalistas,;, era precisamente ., a esses qu# pertencia/ o^Qoyiêrnoy .

.Ma-sr. SrvPresi(Jenjtey c.omp.,un\ Governo-assim constituído. ,viria;prqvocar grandes, atritos, ,viriav provocar, grandes conflitos, •eu desta, cadeira preconizei; um. Governo-., presidido pelo iíustre .cidadão Sr. Bernar-dino Machado,:, _...; . .-:: ;- -..:.--... ;.;.

Es.se, . .-nome : que anda , esquecido . de to- , •dos (Apoiados e não * apoiados), esse homem -que, mais; trabalhou para que Portugal .. ; colabora. s s.e.^nat^Çrr ande ..Querr a, um. -homem, qqe, "DjO .estrangeiro se- mantevç :> durante dois ou três anos, numa actividade permanente, levando o seu protesto junto de todos OS; estadistas mundiais, ; esse homem' está .. completamente -esque^ •eido.

Nunca" lhe foi dada uma compensação, e, uma vez que o. .chamaram para presidir nm Governo, já depois de ter sido Presidente da República, ainda lhe praticaram a afronta de nã> lho -dar a força suficiente para poder governar.

É preciso que se prestigiem os homens -

E por estas e outras razOes-que e.utyejo já um certo arrefecimento nos que estão filiados em diversos partidos, não porque não tenham fé< .nos destinos da Pátria, mas porque já vão perdendo a esperança de que a República seja aquilo que eles sonharam e que traduza as aspirações do povo trabalhador e democrático.

É co n profundo desgosto que eu sinto que, no momento difícil em que nos encontramos, se tivesse esquecido mais uma vez o nome de tam ilustre e preclaro cidadão, um homem que não teve um momento de desalento no exílio e, portanto, que não devia deixar-se entregue aos seus livros no seu palacete da Cruz •Quebrada, mas sim confiar-lhe a direcção •de qualquer ramo de serviço público.

Poderá dizer-se que S. Ex.a não aceitaria o encargo de formar Governo. Mas

•o .:;deyer dçs-j-npsse.s. polí.tiços-era indicar o seu nome, era chamá-lo e cprifiar-llie essa impprt,ante rnissão. t^,5(. •t-1:-.--.-. .-.. x ••

Dosç(9,".que... se:;íejcnrjp;er§%.ti4p^em seguir, por.,, URI "caminho, fai's.oj.;/mantendp no Poder,-, custe. (0- tque...cusL\r e,.atravéside tudo, uma--maioria:'ãempcrática escudada num Par him c n to-.,cm >qup/ .êsset. Partido tem maioria,,^ o^qíie .podemos,nós,.esperar do dia de. amanhã? .<_ p='p' nps='nps' que='que' no='no' surgir='surgir' horizpnte='horizpnte' _.v='_.v' nuvens='nuvens' poderão='poderão' _.ppljjticp='_.ppljjticp' _.='_.'>

£ Quem :é que preparou a atrnpsfera' para a revolução de 1917, ou do dezem-brismp? Foi a persistência constante.de um. Partido-, em se conservar, np Ppder.

£l?prtantpvp q.ue devemos nós esperar do ,dia _

Pregunj;a-se:: ^ porque razão estava .eu contra o, jÇrovêfno. que caiu ? ...

Primeir p,.,,por que. .nunca concordei ^cpm: o. decreto n.,0 1:47.4., Consider^i-o seo pré como ,uma; pípypcáçãp.manifesta, à classe comercial e â indústria;bancária. -: . •

.Eu não-morro de simnatias..pelos ban,-plueirQs. ., . 'f'.-

Se pudesse dispensar a', função, - dos . banqueiros, já a tinha dispensado, .mas dentro da organização capitalista a; sua função é absolutamente necessária...(Dra, se ela necessária, o quê há-, a fazer ô fiscalizá-la, té canalizar ias suas. forças, e os^'eus^lemen.to^ apreciáveis/';

Via-se que esse decreto tinha manifestamente um carácter político.

Começou por ser esse decreto anti-constitucional, porquanto o Governo não tinha atribuições para regular assuntos bancários, e quando essa competência tivesse, já havia usado dessa autorização quando entrou em combinações com o Banco de Portugal.

A Constituição determina que não se pode fazer uso de uma autorização mais de uma vez sobre o mesmo assunto.