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5 DE ABRIL DE 1956 720-(9)

(ver quadro em imagem)

Considerando a evolução dos rendimentos, parece ser pouco sensível o aumento da capitação. Talvez que se pudesse ter outra ideia do assunto se fosse possível julgar correctamente, por grupos de rendimentos e consumos, a capitação da receita pública. Esta determinação está longe de poder ser estabelecida no nosso meio, necessariamente individualista e refractário a estudos desta natureza, que, contudo, estão na base do uma tribulação justa e coordenada. É de esperar que se comece a compreender a necessidade do seu estudo, de modo a poder ser avaliada a evolução da economia.

No quadro seguinte mostram-se as receitas ordinárias e extraordinárias para o ano de 1954:

Receitas ordinárias ......... 6 346 861
Receitas extraordinárias .... 388 748
............................. 6 735 609

Para melhor clareza, publicam-se a seguir, com referência ao ano de 1938, as receitas ordinárias e extraordinárias a partir do 1952, com as diferenças para mais, que somaram 4 196 000 contos, números redondos.

(ver quadro em imagem)

O índice, na base de 1938, para o total das receitas é de 265.
O das receitas ordinárias é superior (280).
O quadro a seguir mostra a decomposição das receitas extraordinárias e indica os saldos de anos económicos findos e outras:

(ver quadro em imagem)

Origem das receitas totais

6. A determinação do saldo ressalta do quadro seguinte:

(ver quadro em imagem)

Em 1954 a diferença entre as receitas e as despesas extraordinárias foi inferior à de 1953 em cerca de 82 000 contos. Idêntica diferença entre as receitas e as despesas ordinárias arredonda-se em l 222 000 contos - menos cerca de 110 000 contos do que em 1953. O saldo diminuiu, pois, de 80 680 contos para 52 561 contos.
No quadro seguinte dá-se, para os quatro últimos anos, a evolução das receitas extraordinárias - empréstimos, saldos de anos económicos findos e diversos.

(ver quadro em imagem)