O texto apresentado é obtido de forma automática, não levando em conta elementos gráficos e podendo conter erros. Se encontrar algum erro, por favor informe os serviços através da página de contactos.
Não foi possivel carregar a página pretendida. Reportar Erro

3234-(36)
DIÁRIO DAS SESSÕES N.° 180
Se forem examinadas as cifras (valores) da despesa durante longos anos, nota-se contínuo aumento, na medida permitida pelas receitas. Mas alguns serviços inscritos neste capítulo recebem dotações contabilizadas noutro lugar.
Serviços de Fazenda
29. Nestes Serviços o acréscimo foi de 1224 contos, distribuídos da forma seguinte:
[Ver Diário Original]
A despesa subiu para 10 186 contos. Um pouco menos de metade pertence aos Serviços Aduaneiros e Guarda Fiscal.
Serviços de Justiça
30. Mais cerca de 106 contos do que em 1966 foi o aumento destes Serviços, com a despesa de 1487 contos, distribuídos como segue:
[Ver Diário Original]
Serviços de fomento
31. É a maior verba das despesas a dos serviços de fomento, com o consumo de 34,9 por cento. À distribuição é como segue:
[Ver Diário Original]
Nota-se que os serviços autónomos comparticiparam no capítulo com 80,4 por cento, ou seja, 58 242 contos.
As verbas dos serviços privativos, ou pròpriamente ditos, como também lhes chamam, são baixas. Somadas, não vão além de 14 121 contos, com realce nas obras públicas (6610 contos). A seguir desdobram-se os serviços de fomento:
[Ver Diário Original]
O aumento nos serviços privativos foi da ordem dos 284 contos, em grande parte devido ao reforço na despesa das obras públicas. Mas outros serviços também tiveram pequenos aumentos.
Serviços autónomos
32. São quatro os serviços autónomos, mas os dois de maior relevo financeiro são os correios, telégrafos e telefones e o porto de Bissau. Em ambos se deu grande aumento em 1967, como se nota a seguir:
[Ver Diário Original]
O porto e os correios, telégrafos e telefones têm a despesa de 47 139 contos, num total de 58 242 contos, ou cerca de 81 por cento.