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12 | I Série - Número: 026 | 3 de Dezembro de 2010

tributação dos rendimentos mais elevados, não chega para o PCP. Porquê? Porque nunca nada chega para o PCP!

Vozes do PS: — Muito bem!

Vozes do PCP: — Tenha vergonha!

O Sr. Manuel Seabra (PS): — Nunca nada é suficiente para o PCP! Nunca nada é bastante para o PCP!

Aplausos do PS.

Decisivo para o PCP é pôr em causa a segurança e a estabilidade do comércio jurídico! Decisivo para o PCP é pôr em causa a solidez do comércio jurídico, é pôr em causa a confiança dos investidores e é pôr em causa a confiança dos mercados!

O Sr. Jerónimo de Sousa (PCP): — Pois claro»! Pois claro»!

O Sr. Manuel Seabra (PS): — O PCP tem uma estratégia: a de fazer tábua rasa de tudo quanto são os princípios elementares do comércio jurídico, da segurança jurídica, da confiança dos investidores, da confiança das empresas e da confiança dos mercados.

Vozes do PCP: — Lá vêm os mercados»!

O Sr. Jerónimo de Sousa (PCP): — Então, vai buscar a confiança ao salário mínimo, não é?!»

O Sr. Manuel Seabra (PS): — Permita-me ainda que lhe diga, Sr. Deputado Honório Novo, que esta é tambçm uma lei «com fotografia«»

O Sr. João Oliveira (PCP): — Pois», os salários dos trabalhadores ç que não «têm fotografia«»! É uma pouca-vergonha!

O Sr. Manuel Seabra (PS): — » e V. Ex.ª não desconhece que a lei tem, por definição, de ser geral e abstracta. Ora, V. Ex.ª fez e defendeu enfaticamente uma proposta «com fotografia».

Protestos do PCP.

Lamento, mas V. Ex.ª acabou de fazer uma homenagem — e lamentável! — à iniquidade, mais uma lamentável homenagem à demagogia!

Aplausos do PS.

O Sr. Bruno Dias (PCP): — Põem a mão por baixo ao poder económico e baixam o salário a quem trabalha!

O Sr. Presidente: — Para pedir esclarecimentos, tem a palavra o Sr. Deputado Duarte Pacheco.

O Sr. Duarte Pacheco (PSD): — Sr. Presidente, Sr. Deputado Honório Novo, todos sabemos que o PCP gostaria de reinstaurar em Portugal o PREC.

O Sr. Bruno Dias (PCP): — Lá vem disparate!