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130 | II Série A - Número: 009S2 | 13 de Outubro de 2007

A análise da evolução das transferências de capital deve ser realizada tendo em conta que, em 2008, não se encontram orçamentadas transferências para a EP – Estradas de Portugal, EPE, na sequência da introdução da contribuição do serviço rodoviário, como anteriormente referido. Se se expurgasse à estimativa de 2007 o montante da transferência para aquela empresa, as transferências de capital registariam um crescimento em 2008 de 5,4%, justificado pelo: Aumento das transferências no âmbito dos Investimentos do Plano para organismos autónomos, com destaque para a FCT, IP e UMIC, IP, como anteriormente referido; Reforço da parte de capital transferida no âmbito da Lei de Finanças Locais, designadamente a que visa dotar o Fundo de Equilíbrio Financeiro.
Reclassificação das contribuições para organizações internacionais com reflexo nas “outras transferências de capital”. O acréscimo das outras despesas de capital está essencialmente relacionado com o facto de, em 2008, se encontrar orçamentado a parte da dotação provisional quando, nos anos de 2006 e 2007, essa componente de despesa se encontrava já afecta às rubricas de despesa a que serviu de contrapartida.

O quadro seguinte apresenta os grandes agregados da despesa e permite, em interacção com a análise da despesa por classificação económica, avaliar os factores explicativos da evolução verificada.