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32 | II Série A - Número: 003 | 3 de Novembro de 2009

c) Apoiar a produção de novos serviços e a introdução de melhorias significativas no perfil dos serviços prestados: i) No âmbito empresarial, pretende-se o incentivo à melhoria ou adopção de novos processos produtivos, sistemas de logística e distribuição, métodos organizacionais ou de marketing, bem como ao desenvolvimento de novas actividades económicas, centradas na criatividade e inovação, com impacto na revitalização dos centros urbanos; ii) na vertente associativa, pretende-se estimular as actividades de promoção e divulgação da imagem internacional dos sectores, regiões e actividades; dinamizar redes de suporte às empresas e sensibilizar os empreendedores para os factores críticos da competitividade.

Florestas e Indústrias da Madeira

a) Valorizar as fileiras florestais, concretizando a Estratégia Nacional das Florestas, com reforço do investimento em toda a cadeia produtiva, tendo em atenção as mais consagradas como as do pinho, dos montados e do eucalipto, das folhosas de qualidade, mas também a silvo-pastorícia, a produção de energia, os mercados de carbono, passando ainda pelos produtos silvestres como os cogumelos, a castanha, o pinhão ou as plantas aromáticas; b) Promover um Acordo para a Certificação Florestal, que possibilite a valorização da floresta e contribua para o desenvolvimento do Carbon Footprint Labeling para os produtos de base florestal; c) Concretizar o Programa Nacional de Fitossanidade para enfrentar os relevantes problemas da floresta portuguesa, em especial nas fileiras centrais; d) Promover as estruturas interprofissionais, que permitam a concertação, em conjunto com a Autoridade Florestal Nacional, de planos estratégicos e valorizar as estruturas associativas, através da delegação de competências nas organizações de produtores florestais do sector da caça e do reforço da capacidade dos órgãos gestores de baldios; e) Definir um programa de promoção externa do móvel e dos produtos florestais, em especial da cortiça, designadamente ao nível do seu uso em novos produtos; f) Valorizar o Centro de Biomassa para a Energia, acrescentando a sua vertente de observatório nacional e envolvendo as empresas do sector na sua gestão;