O texto apresentado é obtido de forma automática, não levando em conta elementos gráficos e podendo conter erros. Se encontrar algum erro, por favor informe os serviços através da página de contactos.
Não foi possivel carregar a página pretendida. Reportar Erro

(…) a despesa total orçamentada corrigida em 2011, excluindo o FRDP foi de 33.137,8M€ tendo obtido

reforços líquidos no montante de 3.673,2 M €, traduzindo um aumento de 12,5%, face às dotações iniciais.

O acréscimo verificado é explicado sobretudo pela pelas alterações na despesa efetiva (+2.555,3 M€)

salientando-se as efetuadas na despesa corrente em Aquisição de bens e serviços e as Transferências

Correntes e na despesa não efetiva (+1.117,9) com destaque para os ativos financeiros.

O crescimento verificado nas dotações da Despesa Corrente é justificado sobretudo pelas rubricas a seguir

indicadas:

Aquisição de bens e Serviços (+ 1.16,5 M€) – sendo 739,7 M€ destinados ao suporte de encargos

(…)

Transferências Correntes para a Administração Central (+534,8M€) – (…) reforço de 225,9 M€ da

ACSS, destinada aos estabelecimentos de Saúde do SNS.

Na despesa de capital efetiva, com reforço de 552 M€, destinadas a diversa entidades não pertencentes à

Administração Central, sendo que no âmbito do SNS, na rubrica Aquisição de Bens de Capital - destinado à

aquisição de equipamento e software informático e no Ensino Superior o valor foi de 193,1M €.

Em termos de alterações orçamentais na área da Saúde, ocorrida no âmbito da 2.ª alteração

orçamental, as transferências correntes ascendem 323 M€. O objetivo é o de reforçar a cobertura de

necessidades de financiamento do SNS, para regularização de dívidas em atraso no valor de 150 M€, a

transferir para ACSS, IP, tal como tinha acontecido em 2010.

Ainda, nos SFA as alterações orçamentais registam um decréscimo de 30M€ nas contribuições para

Segurança Social, CGA e ADSE de 0,7%, deixando o valor orçamentado em 4150M€.

39. Encargos assumidos e não pagos – EANP24

(…) De acordo com a informação prestada pelo conjunto dos SFA, excluindo o SNS,

relativa a encargos assumidos e não pagos no final de 2011, apurou-se um montante total de 253,4 M €,

um acréscimo em cerca de 90 % (mais 120,2) que a 2010.

De acordo com os dados disponibilizados pela ACSS, IP, as dívidas a fornecedores por parte das

instituições do SNS integradas no perímetro das administrações públicas, no final de 2011,ascenderam a

848,4 M €, valor que compara com 838,8 no final de 2010 (+1,1%), dado que não é exato, atendendo a que o

universo de comparação não é o mesmo, dada a saída do SNS de vários hospitais empresarializados – Ver

quadro n.º 12, deste relatório, relativo ao Mapa 32 da CGE.

Dos quais designadamente as relacionadas com encargos da Saúde (-90 M€).

Em 2010, dos 300 M€ assumidos e não pagos – 185,2 M€ - foram igualmente da responsabilidade da

Segurança Social, sendo que 121,2 M€ foram referentes a -encargos com a Saúde.

No fornecimento de bens e serviços “(…) o Tribunal de Contas apurou dívidas por fornecimentos de bens e

serviços que em 31 de Dezembro de 2011 ascendiam a 3.186M€, sendo 68,1% vencidas e 31,9% vincendas,

mais 600M€ que no final de 2010. O maior volume registava-se na Saúde – 93,1% (…)”.

40. Parcerias Público Privadas – PPP25

– No ano de 2011 os encargos líquidos para o Estado no âmbito

das PPP na Saúde foram de 243,6 M€. Registou-se um aumento de custos com as 10 PPP na Saúde de 71,3

M€, os quais resultaram dos seguintes factos:

a) Passagem da gestão clínica do atual estabelecimento hospitalar de Vila Franca de Xira para o privado,

sendo que o novo hospital está ainda em construção;

b) Início de liquidação dos encargos referentes às novas instalações do Hospital de Braga.

c) Incremento da atividade de gestão clínica do estabelecimento hospitalar de Cascais.

24

25

Excerto do Relatório da UTAO.

II SÉRIE-A — NÚMERO 161_______________________________________________________________________________________________________________

110