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27 DE NOVEMBRO DE 2015 111______________________________________________________________________________________________________________

Para facilitar a modernização dos modelos de aprendizagem e dos seus instrumentos, deve

ser reforçada a autonomia das escolas na conceção e adoção de projetos educativos

próprios, num processo participado, que envolva os atores locais que integram a

comunidade educativa, designadamente professores, alunos, pais e autarquias. Para tal

propõe-se:

• Implementar um programa nacional para a inovação na aprendizagem, adaptando

os sistemas educativos para padrões que melhor respondam aos desafios da

aprendizagem no século XXI, viabilizando iniciativas mobilizadoras de escolas e

agrupamentos escolares;

• Conceber e implementar uma estratégia de recursos digitais educativos, que

promovam a criação, disseminação e utilização de conteúdos digitais no processo

de aprendizagem, assente em comunidades de prática com autores, produtores,

professores, alunos e pais;

• Promover a utilização das TIC no âmbito do currículo, visando a apreensão, desde

cedo, de práticas de aprendizagem baseadas nas novas tecnologias, capitalizando

motivações, fomentando o gosto por aprender e rever a disciplina TIC,

introduzindo novas competências, como a programação e assim aproximando o

processo educativo das dinâmicas sociais e profissionais do nosso tempo;

• Promover o lançamento de um Polo de Competitividade e Tecnológico para a

inovação educativa, através de uma plataforma de colaboração entre escolas,

empresas, laboratórios e sociedade civil, para a inovação educativa;

• Lançar um processo de simplificação na administração central da educação para

uma maior autonomia e concentração das escolas na sua atividade fundamental,

incluindo a reestruturação da administração central e das suas missões, reduzindo o

seu peso no sistema, centrando a sua atuação no planeamento, avaliação e

regulação do sistema, intervindo, cada vez menos, no dia a dia das escolas e

agrupamentos.

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