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7 DE SETEMBRO DE 2018 247

social, e contribuindo para a atração de empresas intensivas em conhecimento, inovação e emprego

qualificado, nomeadamente o emprego científico;

– geração de processos de cocriação económica, com os utilizadores e cidadãos (open innovation e

espaços de open innovation), reforçando as atividades partilhadas, envolvendo todas as partes nos processos

de empreendedorismo em processos colaborativos de aprendizagem, experimentação e partilha dos riscos

associados a estes processos;

– atração e criação de financiamento (incluindo capital de risco) associado a estruturas de apoio

administrativo ao investimento e ao envolvimento de empreendedores experientes para o desempenho do

papel de mentores e financiadores de novas atividades de startups.

OBJETIVOS OPERACIONAIS

1. Identificar e caraterizar as componentes dos ecossistemas territoriais de inovação.

2. Identificar as áreas prioritárias do investimento público em I&D+i.

3. Aumentar a capacidade de absorção de conhecimento por parte das organizações empresariais, do

setor público e do terceiro setor.

4. Reforçar a rede de polos de empreendedorismo e inovação e a sua interligação baseada em

complementaridades e relacionamentos diversificados com outros setores.

5. Capacitar as infraestruturas tecnológicas para a transferência de tecnologia para o mercado, o setor

público e o terceiro setor..

6. Criar e capacitar centros de interface nas áreas-chave de cada um dos ecossistemas territoriais de

inovação.

7. Incentivar as empresas a apostar no desenvolvimento de produtos e serviços com incorporação de valor

local ou regional.

8. Gerar processos de cocriação económica, estimulando a criação de redes multiescalares de

conhecimento e inovação.

9. Dinamizar um crescimento económico inclusivo.

10. Atrair financiamento privado e reforçar o financiamento à inovação e ao empreendedorismo.

11. Reforçar a rede de municípios que apoiam o empreendedorismo responsável à escala local e regional.

12. Promover a integração vertical dos clusters (passando a integrar desde o setor primário até ao setor

terciário).

13. Aumentar a articulação entre os diferentes clusters (interclusterização), indo de encontro à Estratégia

de Especialização Inteligente.

14. Criação de incubadoras de inovação e empreendedorismo social de base local e regional e promoção

de programas de aceleração para projetos neste domínio

2. RESPONSABILIDADES DE CONCRETIZAÇÃO ENTIDADES ENVOLVIDAS

Administrações Portuárias; Entidades

Gestorasde Clusters; Rede Nacional de IEFP, CASES; AICEP; ANI; FCT;

Entidades FabLabs e Makers; SPGM; Empresas; Setor IAPMEI; CCDR; DGPM; DGRM; IPMA; Principais

de Solidário e Social; ONG; Associações AD&C; Portugal Ventures; Regiões Parceiros

Coordenação Empresariais; COTEC Portugal; Ensino Autónomas

Superior; Entidades do SCT; EMPIS; DGAE;

Centros de Competências; ADL; GAL

RELAÇÃO COM REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS E OPERACIONAIS NACIONAIS

Estratégia Nacional de Especialização Inteligente (ENEI); Estratégia de Economia Circular; Estratégia

Nacional de Desenvolvimento Sustentável; Estratégia para o Aumento da Competitividade de Redes de

Portos Comerciais do Continente – Horizonte 2026; Observatório do Atlântico; Programa Nacional para a

Coesão Territorial; Lei da Ciência; Estratégia de Inovação Tecnológica e Empresarial para Portugal 2018-

2023; Programa GoPortugal; Programa INTERFACE; Programa Laboratórios Colaborativos (CoLabs);

Programa Clube de Fornecedores; Programa Nacional de Clusters