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12 DE SETEMBRO DE 2018 135

ICNF; APA; CCDR; AM; CIM; DGPC; Municípios; TP; ERT; ARPT, IAPMEI;

Entidades de Entidades Gestoras dos Geoparques e Reservas Portugal Ventures; Principais Parceiros

Coordenação da Biosfera; Ensino Superior; Associações Regiões Autónomas

Empresariais; ADL; GAL

RELAÇÃO COM REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS E OPERACIONAIS NACIONAIS

Estratégia Turismo 2027; Estratégia Nacional para a Conservação da Natureza e Biodiversidade 2030;

Programa Nacional para a Coesão Territorial.

3. MONITORIZAÇÃO

EFEITOS ESPERADOS:

– Preservação e valorização económica sustentável do património natural e cultural e da identidade local,

enquanto ativo estratégico para o desenvolvimento dos territórios, com destaque para as regiões rurais.

– Valorização económica das águas interiores enquanto ativo turístico estratégico, fator de

desenvolvimento económico, social e ambiental da comunidade local e diminuição da sazonalidade.

– Enriquecimento da cadeia de valor do turismo, numa lógica de articulação intersectorial

– Reforço da qualificação e da competitividade turística do País e das regiões.

– Atração de turistas e residentes temporários, diversificando os segmentos da oferta turística e gerando

maior valor acrescentado.

– Territorialização e integração de políticas públicas em torno do turismo.

– Potenciação da participação e da interação entre os agentes económicos e sociais congregando as

empresas, associações, universidades e centros de I&D, autarquias, organismos públicos e sociedade civil.

INDICADORES DE MONITORIZAÇÃO

– Capacidade de alojamento a turistas em empreendimentos turísticos e estabelecimentos de alojamento

local, por concelho (N.º camas/utentes) (Registo Nacional de Turismo)

– N.º de dormidas nos estabelecimentos de alojamento turístico, por concelho (INE)

– Proporção de hóspedes estrangeiros (%), por concelho (INE)

– Proporção de dormidas (%) nos estabelecimentos hoteleiros entre os meses de julho-setembro, por

concelho (INE)

– Proveitos totais (€) dos estabelecimentos hoteleiros, por concelho (INE)

– N.º de projetos de I&D+I em setores e subsectores do Turismo (COMPETE)

– N.º instituições dos setores e subsectores do Turismo com atividade de I&D (DGEEC)

– N.º de diplomados no ensino superior, na área de educação e formação ligada ao Turismo, por concelho

de residência do diplomado (DGEEC/RAIDES)

– N.º de empresas com reconhecimento de «Turismo de Natureza» (ICNF)

Medida 3.4

TÍTULO: Valorizar os ativos territoriais patrimoniais

ENQUADRAMENTO NOS DESAFIOS TERRITORIAIS: 1.3; 3.1; 3.2; 5.2; 5.3

1. DESCRIÇÃO DA MEDIDA

JUSTIFICAÇÃO DA MEDIDA