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12 DE JUNHO DE 2019

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– Aumento da carga transportada pelos sistemas de transporte.

– Aumento da proximidade entre o fornecedor e o utilizador.

INDICADORES DE MONITORIZAÇÃO

– N.º de troços de via qualificado (MPI)

– Dimensão da frota reabilitada e qualificada (MPI)

– Aumento da esperança média de vida útil das infraestruturas e da frota (MPI)

– Variação do N.º de passageiros transportados (MPI)

– Variação da carga (mercadorias) transportada (MPI)

Medida 4.7

TÍTULO: Alargar as infraestruturas físicas de conexão internacional

ENQUADRAMENTO NOS DESAFIOS TERRITORIAIS 2.1; 3.2; 4.2

1. DESCRIÇÃO DA MEDIDA

JUSTIFICAÇÃO DA MEDIDA

A conetividade externa assume-se cada vez mais como fator de suporte do desenvolvimento

socioeconómico, não só pela atividade económica direta que gera, mas sobretudo pela competitividade que

proporciona e pela multiplicação de oportunidades de ligação das empresas e dos cidadãos ao resto do

mundo. Portugal, no meio das principais rotas comerciais e de navegação mundiais centrais e não-centrais,

tem vindo a beneficiar do aumento rápido da sua conetividade externa, alavancado sobretudo nas

infraestruturas portuárias e aeroportuárias. Esse aumento da conetividade tem tradução direta no crescimento

da procura e do consequente nível de saturação das principais infraestruturas, em particular no setor portuário,

com taxas de utilização muito elevadas e muito próximas da capacidade máxima instalada nos terminais dos

portos de Leixões, Lisboa e Sines atualmente existentes O posicionamento geográfico e geopolítico do país

confere-lhe condições favoráveis para que continue a crescer neste domínio, tendo assim condições

privilegiadas no negócio de bunkering de Gás Natural Liquefeito (GNL), nos seguintes segmentos: navegação

comercial, turismo, transporte de longa e curta distância. É assim necessário apostar no reforço da capacidade

e atratividade das infraestruturas de transporte internacional. Complementarmente, importa estender

territorialmente os benefícios proporcionados por esta conetividade externa, o que justifica a melhoria das

ligações das infraestruturas de transporte internacional às redes de distribuição. Igualmente, a nível

regulatório, as novas restrições ambientais abrem mercado para o uso do GNL como combustível base da

mobilidade marítima, substituindo o fuel.

DESCRIÇÃO SUMÁRIA

Alargar a conetividade externa, potenciando e distribuindo territorialmente as oportunidades criadas pelo

posicionamento geográfico do país, através do reforço das infraestruturas de conexão internacional e das suas

ligações intra e intermodais ao resto do território nacional, nomeadamente através de:

– Reforço da capacidade das redes de infraestruturas, adaptando-as à pressão de tráfego no sistema

portuário, através inevitavelmente da construção de novos terminais nos portos de Leixões, Lisboa e Sines, e

aeroportuário, nomeadamente através da construção de uma nova infraestrutura aeroportuária na região de

Lisboa que dê resposta rápida à necessidade de alívio do atual Aeroporto Humberto Delgado;