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29 | II Série B - Número: 145 | 25 de Junho de 2009

sentido, nas deslocações do Passil à A12 е АЗЗ, uma vez que para chegarem às autoestradas referidas, os cidadãos deverão utilizar a EN4 - Variante da Atalaia para acederem ao já condicionado Itinerário Complementar 32 que estabelece a comunicação à A12 e futura АЗЗ.
Neste sentido, é previsível que esta solução conduza à ruptura do próprio 1С32. Note-se que mesmo na circunstância de um aumento do número de vias de circulação, o 1С32 não deixará de representar uma zona problemática em termos do tráfego automóvel, dada a proximidade dos nós da Estrada Nacional 4 ao acesso à Ponte Vasco da Gama e à A12.
É ainda de salientar que o projecto de acesso ao Novo Aeroporto de Lisboa não foi objecto de qualquer parecer por parte da Câmara Municipal de Alcochete, tal como a legislação vigente prevê.
Atendendo ao exposto, e ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, o Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda vem, por este meio, dirigir ao Governo, através do Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, as seguintes perguntas: 1. Como justifica o Governo que o novo projecto da A33 e suas ligações não tenha sido objecto de parecer por parte das autarquias visadas? 2. Prevê o Governo promover a construção do nó de ligação da A33/A12 à Estrada Nacional 4, na área do Passil? Em caso afirmativo, qual a programação para a sua concretização? 3. Quais as medidas que o Governo pretende adoptar no sentido da melhoria das acessibilidades da zona de Passil? Palácio de São Bento, 16 de Junho de 2009.