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660 | - Número: 016S1 | 30 de Janeiro de 2010

12.9.4.3 – Evolução da rendibilidade e risco

No Gráfico XII.22 apresenta-se a evolução da taxa de rendibilidade do Fundo1 entre 2000 e 20082:

Gráfico XII.22 – SS – FEFSS – Evolução da Taxa de Rendibilidade do FEFSS

Em 2000, a taxa de rendibilidade nominal do Fundo foi de 3,8%, descendo para um mínimo relativo de 2,1% em 2002. Nos três anos seguintes registaram-se rendibilidades mais elevadas, atingindo o valor mais alto em 2005, com 6,8%. Em 2006, a rendibilidade caiu para 5,2%, mantendo-se a tendência em 2007, ano em que se ficou pelos 4,1%. Em 2008, o Fundo apresentou a primeira rendibilidade negativa (-3,9%) desde a sua constituição, situação que o Instituto considera “(») pontual, de probabilidade reduzida, associada a um período anormalmente adverso (»)”, que estava contido nas suas estimativas “(») para a evolução da rentabilidade da carteira de referência estratégica do FEFSS no curto prazo, pelo que é de esperar uma retoma da tendência de valorização de médio/longo prazo no sentido da reposição daqueles objectivos”. Ainda de acordo com o Instituto, a perda de valor do Fundo foi “(») consequência de uma extraordinária desvalorização da componente investida nos mercados de acções dos países da OCDE (»)”. Face ao elevado grau de incerteza que marcou a gestão táctica da exposição da carteira aos mercados accionistas, condicionados pelas medidas políticas tomadas pelos vários governos e organismos internacionais, o Instituto “(») optou por privilegiar uma estratçgia de longo prazo, mantendo uma exposição idêntica à da carteira de referência (benchmark), na qual o peso das acções se foi reduzindo (»)”. Este desempenho 1 Apurada pelo método TWRR (Time Weighted Rate of Return), numa base diária e por classes de activos. A rendibilidade total depende das condições de mercado e é afectada pelos limites de composição do fundo por classe de risco.
2 Em 2006, o IGFCSS procedeu a alterações nas taxas de rendibilidade passadas, uniformizando a metodologia de cálculo e corrigindo valores relativos à carteira, com efeitos residuais a partir de 2001. O sistema informático de gestão de activos foi substituído em 2002, por apresentar limitações ao nível das funcionalidades disponibilizadas (Cfr.
Parecer sobre a CGE/2006, Volume II, pág. XII.284 e seguinte). As rendibilidades anteriores a 2000, fornecidas no Relatório de Actividades do FEFSS, foram apuradas com base em valores de aquisição, pelo que não são directamente comparáveis.