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636 ACTAS DA CÂMARA CORPORATIVA N.º 65

Alvarenga.

Aproveitamento de albufeira no Paiva, com barragem de arco e capacidade útil de 774 10 m3 Potência a instalar dois grupos de 50 MW cada. Produtibilidade média de 350 GWh anuais, capacidade inter anual de 185,2 GWh; capacidade estival de 172 GWh
Início da construção em data a determinar

Valeira

Aproveitamento a fio de água no Douro nacional, com barragem de gravidade Potência a instalar três grupos de 50 MW cada Produtibilidade média de 622 GWh anuais
Início da construção em data a determinar

Aguieira ou Caneiro-Dão

Aproveitamentos mistos de albufeira nos rios Mondego e Mondego-Dão, respectivamente Produtibilidade média de 198 GWh anuais, em ambos os casos, com dois grupos de 33 MW na hipótese Aguieira e dois grupos de 38 MW na hipótese Caneiro-Dão
Início da construção em data a determinar

Centrais térmicas

Tapada do Outeiro

3 º grupo gerador de 50 MW, apto para queimar
antracites da bacia carbonífera do Doura Entrada em serviço em meados de 1966

Central do Carregado

Quatro grupos geradores de 125 MW cada, queimando fuel-oil.
Entradas em serviço l º grupo em Junho de 1967, 2 º grupo em Junho de 1968, 3 e 4 grupos em data a determinar.

23. No quadro dos empreendimentos a realizar no triénio de 1965-1967 apenas se inscrevem os montantes a investir nos projectos actualmente em execução, ou cuja construção tem de ser decidida imediatamente, e que são os seguintes.

Investimentos

[ver tabela na imagem]

A realização das restantes obras constantes do programa geral (Vilarinho das Fumas, Fratel, Alvarenga, Valeira, Aguieira ou Caneiro-Dão e o 3 º e 4 º grupos da Central do Carregado) ou de outras que eventualmente venham a revelar-se aconselháveis pelo prosseguimento dos estudos, entre as quais um aproveitamento de fins múltiplos no Guadiana, integrado no Plano de Rega do Alentejo, fica condicionada à conclusão dos respectivos
estudos e projectos e às disponibilidades financeiras a determinar nos programas anuais de financiamento do Plano.
O financiamento dos empreendimentos programados será assegurado pelo mercado interno de capitais, pelo crédito externo e por autofinanciamento das empresas

b) Transporte

24. Como se referiu, será necessário ligar os novos centros produtores programados e ampliar adequadamente instalações e linhas já existentes
Assim, o 3 º grupo da Tapada do Outeiro implicará a construção de uma linha de 60 kV da central à subestação de Vermoim, prevendo-se que o l grupo da central térmica do Sul venha a ser ligado por uma linha de 220 kV à subestação do Cercal, cuja construção se prevê iniciar em breve, e que ficara seccionando a linha de 220 kV Pereiros (Coimbra)Alto de Mira (Lisboa).
Para a ligação de Vilarinho das Furnas, além de um curto troço de linha entre Vilarinho e Caniçada, prevê-se um novo circuito Caniçada-Ermesinde, ambos a 150 kV, o 2.º grupo da central térmica do Sul ligar-se-á com o primeiro temo de uma linha dupla de 220 kV Carregado--Lisboa As obras de ligação de Carrapatelo, que interessam a parte final do Plano Intercalar de Fomento, são as da construção de uma nova linha de 220 kV Carrapatelo-Coimbra.
No que respeita às ligações às redes de grande distribuição, será necessário ampliar a capacidade de transformação das subestações de Vermoim, Alto de Mira e Setúbal e construir, para entrada em serviço em 1966, as novas subestações de Estarreja e do Cercal.
O desenvolvimento previsto na rede de transporte permitirá assegurai a expansão da electrificação nacional, quer quanto aos acréscimos de consumo das zonas já bem abastecidas, quer quanto à electrificação das zonas ainda por electrificar, designadamente no sector rural.

25. São os seguintes os investimentos a realizai, no triénio, no transporte de electricidade.

[ver tabela na imagem]

O financiamento será assegurado pelo mercado interno de capitais, pelo crédito externo e por autofinanciamento das empresas.