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183 | II Série A - Número: 009S2 | 13 de Outubro de 2007

que obteve uma melhoria no rendimento da sua actividade corrente correspondente a 218,4 milhões de euros. Este resultado mais do que compensou a variação negativa observada no sector da Saúde, cujas empresas registaram, no seu conjunto, um prejuízo operacional de 229,8 milhões de euros
23
, e no sector dos Transportes que, apesar de exibir um prejuízo operacional global de 348,4 milhões de euros, conseguiu suster a tendência de agravamento contínuo dos resultados de exploração.
Quadro III.6.5. Evolução dos Resultados das Empresas Públicas Não Financeiras Milhares de Euros 2006 2005 2006 2005 2006 2005
Comunicação Social 18.448 4.451 -34.225 -28.319 -23.675 -30.074
Gestão de Infra-estruturas -47.519 -56.781 -139.490 -89.896 -164.755 -140.775
Indústria -7.294 -23.406 -828 -2.613 -948 -13.044
Parpública 268.402 49.939 378.846 129.971 791.832 164.711
Requalificação Urbana -2.103 8.804 -22.145 -20.118 -1.056 -7.587
Saúde -229.769 -168.627 25.663 19.824 -190.622 -91.525
Serviços de Utilidade Pública 92.717 78.494 -83.350 -40.147 34.006 30.788
Transportes -348.380 -340.465 -227.490 -196.560 -557.150 -518.238
Outros 5.713 9.915 -9.791 -8.326 -2.359 276
Total -249.785 -437.675 -112.810 -236.185 -114.727 -605.467
Sectores
Resultado Operacional Resultado Financeiro Resultado Líquido Fonte: Ministério das Finanças e da Administração Pública.
Nota: Em alguns sectores, os valores relativos ao ano de 2005 não são directamente comparáveis com os valores de 2006 por alteração do universo de empresas. É o caso, por exemplo, do sector da saúde onde os Hospitais de Sta. Maria e S. João só foram transformados em Entidades Publicas Empresariais durante 2006.
Quanto à evolução da situação patrimonial, no conjunto das empresas públicas não financeiras, a nota mais relevante é o aumento do activo em 10,78%, cujo financiamento foi assegurado em 78% por capitais alheios e em 21% por capitais próprios, que cresceram 6%.
Este acréscimo do activo líquido resultou essencialmente dos contributos do sector da gestão de infraestruturas, com um aumento de cerca de 1.603,5 milhões de euros, motivado pelos aumentos verificados no imobilizado corpóreo da EP – Estradas de Portugal E.P.E. e da REFER; mas também pelo aumento verificado nos investimentos financeiros da Parpública, determinado em boa medida pelo aumento de empréstimos a empresas do grupo e pelas transferências de títulos da carteira da DGTF, bem como pelo peso das variações patrimoniais das suas subsidiárias, em especial do grupo TAP, representando no conjunto, um acréscimo do activo de 1.223,7 milhões de euros em 2006.
Em termos sectoriais, em 2006 verificaram-se grandes disparidades na estrutura dos balanços, continuando os sectores da comunicação social e dos transportes, à semelhança dos anos anteriores, a exibir capitais próprios negativos. 23 De notar, todavia, que o universo de empresas não é comparável.