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204 | II Série A - Número: 101 | 26 de Maio de 2008

que toca ao desbloqueio do Regulamento de Comércio Directo, acordo este que se tornou inviável face ao aproximar das eleições presidenciais no Chipre e à complexa situação interna na Turquia.

Relações Externas Regionais Portugal, durante a presidência que teve a seu cargo, procurou sedimentar a cooperação estreita e permanente entre a UE e os Estados da EFTA, reforçando o seu empenho na necessidade de serem alcançados compromissos com vista à redução da emissão de gases e à elaboração de um programa pós-Quioto.
Neste período foi aberto o debate relativo à renegociação do Mecanismo Financeiro do Espaço Económico Europeu, previsto ser revisto em 2008. O interesse de Portugal nestas negociações manteve-se na defesa de não ser perdido o estatuto de beneficiário de um instrumento que visa a coesão. Embora Portugal já tenha dado início ao processo de aprovação na Assembleia da República, continua por ratificar pelos Estados-Membros os acordos relativos a Schengen-Dublin e à cooperação na luta contra a fraude, tendo sido assinado durante a presidência portuguesa um Memorando de entendimento com a Suíça relativo à sua contribuição financeira para os 10 novos EstadosMembros.
Relativamente à zona dos Balcãs Ocidentais, Portugal continuou a manter o seu apoio à perspectiva europeia para essa região, com especial atenção ao estatuto do Kosovo. Portugal manteve estreitas relações de acompanhamento com a Albânia, a Antiga República Jugoslava da Macedónia, encorajando os seus esforços no caminho da adesão à UE; durante a presidência portuguesa foi assinado o Acordo de Estabilização e Associação (AEA) com o Montenegro e a Bósnia e Herzegovina. No que toca à Sérvia, um país fundamental na estabilidade dos Balcãs Ocidentais, Portugal desenvolveu esforços no sentido de apoiar a perspectiva europeia da Sérvia, defendendo a assinatura de um