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Passou a proceder-se à medição da temperatura corporal das pessoas que entram nas

diversas instalações das unidades orgânicas da Direção-Geral de Reinserção e Serviços

Prisionais.

Foram adquiridos trinta mil testes rápidos como forma de proceder à avaliação, precoce

e imediata, ainda antes do início da quarentena obrigatória, dos reclusos que ingressam

no sistema prisional e/ou regressam aos respetivos estabelecimentos prisionais após

medida de flexibilização da pena.

Neste período, há a registar no Sistema Prisional 337 casos positivos para a COVID-19:

8 de trabalhadores (59 guardas prisionais, 6 profissionais de saúde, 1 técnico

profissional de reinserção Social e 12 trabalhadores de outras categorias profissionais)

e 259 reclusos. Depois de resolvidos os focos de COVID-19 verificados nos

Estabelecimentos Prisionais de Lisboa, Tires, Faro, Izeda, Guimarães e de Santa Cruz do

Bispo (feminino), existem 1.295 casos recuperados, sendo 471 relativos a trabalhadores,

813 a reclusos, 2 atinentes a crianças que são filhas de reclusas do Estabelecimento

Prisional de Tires e 9 jovens internados em centros educativos.

No contexto do Plano de Vacinação COVID-19 em Portugal e em estreita colaboração

com a saúde pública, a DGRSP iniciou, dia 20 de janeiro, o seu plano de vacinação

interno no Hospital Prisional de São João de Deus e nos serviços clínicos do

Estabelecimento Prisional do Porto. Nesta fase serão vacinados os profissionais de saúde

que prestam serviço nas diferentes unidades orgânicas desta Direção Geral os quais, à

imagem do que sucede na sociedade envolvente, constituem um grupo prioritário.

Em conformidade com as orientações estabelecidas no Plano de Vacinação COVID-19

para a sociedade, a DGRSP está a trabalhar num plano de vacinação que incluirá, nas

fases devidas, todos os seus trabalhadores e, naturalmente, as pessoas privadas da

liberdade que se encontram à sua guarda. O plano delineado tem em vista prevenir que

as pessoas que diariamente têm de entrar e sair dos estabelecimentos prisionais e lidar

com a população reclusa possam ser veículos de transmissão do vírus a quem está

privado da liberdade.

Já foram vacinados todos os profissionais que trabalham na área da saúde e que a tal

acederam, seguindo-se os guardas prisionais e demais trabalhadores dos

estabelecimentos prisionais.

Recorde-se que a população prisional nacional é bastante envelhecida e tem

comorbilidades importantes, pelo que a DGRSP tudo tem feito para não sobrecarregar o

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