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II SÉRIE-A — NÚMERO 200

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▪ Receção e descarga de navios metaneiros: A instalação inclui um cais de acostagem para navios,

braços articulados de descarga e linhas de descarga, recirculação e retorno de vapor de GNL. A capacidade

de descarga é de 10 000 m3/h de GNL para navios metaneiros com volumes entre 40 000 e 216 000 m3 de

GNL.

▪ Armazenamento de GNL: Depois de descarregado, o GNL é armazenado em tanques. A capacidade de

armazenagem é de 2569 GWh, correspondente a dois tanques de 120 000 m3 de GNL e um tanque de

150 000 m3 de GNL.

▪ Regaseificação para a RNTG: A regaseificação é um processo físico de vaporização de GNL que

recorre à permuta térmica do gás com água do mar em vaporizadores atmosféricos. Para o desempenho deste

processo a infraestrutura possui sete (7) vaporizadores atmosféricos com uma capacidade unitária de 64

GWh/dia (equivalente a 225 000 m3(n)/h). A capacidade de emissão nominal é de 321 GWh/dia (equivalente a

1 125 000 m3(n)/h), com uma capacidade de ponta horária de 1 350 000 m3(n)/h).

▪ Baías de enchimento de GNL: O TGNL de Sines permite o carregamento de camiões-cisterna de GNL,

possibilitando o abastecimento às unidades autónomas de regaseificação (UAG) situadas em zonas de

Portugal que não podem ser abastecidas pela rede de gás natural de alta pressão. Para esta atividade, o

TGNL dispõe de três baías de enchimento, com uma capacidade total de 175 m3/h de GNL.

▪ Carregamento de navios metaneiros: A infraestrutura do TGNL possibilita também o Gas-in,

arrefecimento e o carregamento total ou parcial de navios metaneiros, utilizando-se a mesma instalação

portuária e o equipamento de descarga dos navios. A capacidade para essa atividade é de 1500 m3/h de GNL.

A expansão do TGNL de Sines, concluída em julho de 2012, permitiu o aumento da capacidade útil de

armazenamento em 62,5 %, para 390 000 m3 de GNL, o aumento da capacidade de emissão de gás para a

rede em 50 %, para 1 350 000 m3/h, a adaptação do «jetty» para a receção de navios metaneiros de grande

capacidade, bem como a implementação de um conjunto de reforços processuais visando a maximização da

disponibilidade da infraestrutura e um elevado padrão de segurança de operação. Como resultado, o Terminal

de Sines oferece agora condições favoráveis de acesso a um maior número de agentes, proporcionando uma

maior flexibilidade de gestão dos volumes importados, e criando condições únicas para a receção de navios de

GNL provenientes de fontes mais remotas e diversificadas, contribuindo para a competitividade do setor em

Portugal e para a segurança do aprovisionamento do SNG.

No que diz respeito ao Armazenamento Subterrâneo do Carriço, o gás é armazenado em alta pressão em

cavidades criadas no interior de um maciço salino, a profundidades superiores a mil metros. Atualmente

encontram-se em operação 6 cavidades, com uma capacidade total de armazenamento de 3839 GWh

(322,6 Mm3), que utilizam a mesma estação de gás de superfície, que permite a movimentação bidirecional de

fluxo, ou seja, a injeção de gás da rede de transporte para as cavidades e a extração de gás das cavernas

para a rede de transporte. O AS do Carriço tem atualmente capacidade de injeção de 24 GWh/dia (83

km3(n)/h) e uma capacidade de extração de 129 GWh/dia (450 km3(n)/h) com volume operacional de gás nas

cavidades superior a 60 % da capacidade de armazenagem do AS do Carriço e 71 GWh/dia (250 km3(n)/h),

com volume operacional de gás nas cavidades inferior a 60 % da capacidade de armazenagem do AS do

Carriço. Esta infraestrutura é fundamental para a constituição das reservas de segurança necessárias para

garantia do abastecimento ao País em caso de crise de aprovisionamento, e fornece também condições para

otimização logística e comercial dos agentes comerciais ativos no setor a nível nacional e também ibérico.

A figura seguinte ilustra o mapa da RNTIAT.