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II SÉRIE-B — NÚMERO 1

ofícios tradicionais e empresas industriais e cooperação de artes e ofícios de diversas regiões).

Foram apenas executadas as seguintes acções:

Atribuição de uma insígnia às lojas de tradição, realização de um seminário sobre «As lojas de tradição e as associações comerciais» e execução de roteiros sobre as lojas de tradição de Lisboa;

Estudo de atribuição de um selo aos produtos alimentares tradicionais (acção não concluída por não ter sido obtido o acordo do IMAIAA — Instituto dos Mercados Agrícolas e Indústrias Agro-Alimentares);

Programa Piloto de Apoio às Artes e Ofícios Tradicionais, em colaboração com o IAPMEI;

Elaboração de um inquérito a oficinas artesanais do sector de filigranas e pratas graúdas, com vista ao estudo de um sistema de autenticação para o artesanato de ourivesaria.

O custo global destas acções foi de 38 151,5 contos e encontra-se discriminado no quadro XII do relatório apresentado.

O IAPMEI suportou um encargo adicional de 34 142,4 contos, dos quais 26 642,4 contos no âmbito do Programa Piloto de Apoio às Artes e Ofícios Tradicionais e 7 500 contos para comparticipação nos encargos do projecto referente às lojas de tradição.

Eixo 2 — Ensino e formação

A nível deste eixo estava prevista a intervenção no sistema educativo (complementos curriculares, cursos de ensino secundário predominantemente vocacionados para a vida activa, criação por autarquias ou associações de centros de apoio a actividades e saberes tradicionais, formação contínua de professores e reconversão de professores de Trabalhos Manuais/Oficinais, a criação de três escolas nacionais de artes e ofícios tradicionais, o alargamento às artes e ofícios tradicionais do sistema de* ensino em alternância e a formação profissional (qualificação profissional do artesão e formação complementar em artes e ofícios tradicionais).

Foram executadas as seguintes acções:

Experiências pedagógicas de artes e ofícios tradicionais em 21 escolas dos 1.°, 2." e 3.° ciclos de ensino básico regular das zonas Norte e Centro do País;

Criação de três Escolas Nacionais de Artes e Ofícios Tradicionais, em Serpa, Batalha e Amarante.

O custo global destas acções foi de 25 045,3 contos e encontra-se discriminado no quadro Xin do relatório de actividades.

Eixo 3 — Inventariação, recolha e tratamento da informação disponível

Estava prevista a criação de um centro de documentação e uma base de dados com a identificação dos artesãos, caracterização das oficinas e lojas de tradição, matérias--pnmas e modos de produção, cartografia das artes e ofícios tradicionais e estatísticas referentes ao sector.

Estava igualmente prevista a disponibilização ao artesão de informação relacionada com formação profissional,

aplicação de novas matérias-primas e novo design, feiras, mostras e exposições, instrumentos de apoio, medidas de política e normas para o sector em diferentes países. De acordo com o relatório, foi criado um centro de

documentação e uma base de dados com cerca de 180 campos diferentes, cujo conteúdo se desconhece.

O custo global foi de 5052 contos (quadro XIV do relatório), inteiramente suportado pelo orçamento do PAOT.

Eixo 4 — Investigação para o desenvolvimento

O plano de actividades previa a elaboração de estudos sobre a importância económica e social das artes e ofícios tradicionais a nível nacional, regional, local e familiar e sobre estratégias familiares de pluriactividade dos agricultores a nível do turismo rural. Previa ainda o estudo do comércio tradicional (lojas, estrutura empresarial e feiras de artesanato), do associativismo do artesão, das comunidades de emigrantes face às artes e ofícios tradicionais, dos processos de fabrico caídos em desuso (tinturaria, doçaria, etc), bem como a elaboração de monografias temáticas sobre queijos, temperos mediterrânicos, rendas e bordados, amoladores, tecnologias e materiais de construção. Era também prevista a realização de monografias regionais das zonas de influência das Escolas Nacionais de Artes e Ofícios Tradicionais.

Foram executados os seguintes estudos, que conduziram, em regra a publicações:

Renovação das artes e ofícios tradicionais na serra

de Montemuro; Produtos alimentares tradicionais; Padronagem de tecelagem tradicional; Tinturaria natural;

Temperos mediterrânicos na culinária do Sul;

As comunidades de emigrantes e o desenvolvimento

das artes e ofícios tradicionais; Bordados e rendas nos bragais de Entre Douro e

Minho;

As feiras na comercialização da autoprodução; Ferro forjado e ferro fundido; Os queijos tradicionais do Alentejo; As artes e ofícios tradicionais no contexto comunitário;

«As artes e ofícios tradicionais e as microempresas face ao desenvolvimento regional e local». Foi efectuado um seminário sobre este tema;

Percursos turísticos no Alentejo;

Compotas e geleias tradicionais;

Turismo — Nazaré;

Antigos lugares de vender—a Feira da Ladra e o Mercado da Ribeira.

O custo global das acções deste eixo foi de 89 613,7 contos.

Eixo S — Difusão

O plano de actividades previa a edição de publicações e de uma revista quadrimestral, bem como a edição de-ttrría folha informativa mensal destinada à imprensa local e regional e um suplemento de artes e ofícios a publicar