O texto apresentado é obtido de forma automática, não levando em conta elementos gráficos e podendo conter erros. Se encontrar algum erro, por favor informe os serviços através da página de contactos.
Não foi possivel carregar a página pretendida. Reportar Erro

13 | II Série B - Número: 138 | 17 de Junho de 2009

baixos custos operacionais, presume-se que de mão-de-obra.
Todos estes indícios nos inquietam sobre o futuro da Regency, porque as suas trabalhadoras e trabalhadores não podem ser utilizados como recursos descartáveis e muitos temem que o anunciado lay-off seja apenas o primeiro passo para um futuro encerramento da subsidiária portuguesa pela administração da Raymond Internacional.
Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, requer-se ao Ministério da Economia e da Inovação os seguintes esclarecimentos: 1 - Que medidas tenciona tomar, face à suspeita, fundamentada no relatório mencionado, de que este lay-off possa constituir o primeiro passo para um processo de deslocaliza ção? 2 - Que compromissos assumiram os responsáveis da empresa, no sentido da sua viabilização e retoma da normalidade? 3 - Que garantias dá a administração da Raymond Internacional, proprietária da totalidade da Regency, de que a sua subsidiária em Portugal não encerrará portas findo o período de lay-off? Palácio de São Bento, 2 de Junho de 2009