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25. Aliás sempre que apareceu um raro documento que materializasse o rastro desta “operação”, (como é o caso do documento constante do

envelope da PLMJ), esse documento ficou sem “pai”. É apenas alguma

coisa que apareceu numa gaveta de uma secretária porque alguém, que não se sabe quem, lá o colocou. Do mesmo modo, sempre que um documento (o term sheet da PT, por exemplo) contradiz declarações públicas prévias ao seu conhecimento, é o documento que contém erros e lapsos, ou então verifica-se que existe sempre outra versão do mesmo documento, que não foi enviada à CPI. De novo, em todos estes casos, a CPI tinha nos elementos, legal e legitimamente enviados, a resposta para todas estas incongruências, exactamente porque a cronologia real não corresponde ás versões apresentadas nas audições.

26. O que existiu em 2008-2009, usando o Taguspark e depois a PT, não foi um “negócio”, mas sim uma “operação”, assim classificada pelos

próprios, destinada a mudar o controlo editorial da TVI, removendo o seu director de informação José Eduardo Moniz, e por arrastamento afastando a jornalista Manuela Moura Guedes e pondo termo ao “Jornal

Nacional” da TVI que tinha sido um dos alvos da intervenção do PM

como secretário geral do PS, no Congresso do PS. Descrever o que se passou como um “negócio” é enganador. Nunca são as características normais de um negócio, preço, condições, aspectos da contratação, etc., que preocupam os seus executantes, mas apenas que nesse “negócio” ficasse garantida a alteração da linha editorial. Os principais executantes dessa operação foram Rui Pedro Soares e Paulo Penedos, acompanhados por Armando Vara e todos eles referindo directa ou indirectamente razões de interesse partidário, ou de vontade do PM na prossecução da “operação”. 27. Tal é igualmente a percepção da Polícia Judiciária em documento do DIAP de Aveiro assinado por Teófilo Santiago:

8 DE JULHO DE 2010______________________________________________________________________________________________________________

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