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11 DE JANEIRO DE 2014

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 Resiliente, no sentido de ser robusta face a oscilações de contexto, traçando um rumo de evolução

positiva que seja capaz de resistir a diferentes tipos de imprevistos que possam surgir a nível nacional e

internacional.

Enquanto fatores indutores da CRER, consideram-se estratégicos os cinco eixos seguintes: a Qualidade; a

Investigação/Desenvolvimento e a Inovação; o Empreendedorismo; o Capital Humano; e a Competitividade.

Estes quatro eixos devem contribuir para a criação de valor acrescentado e favorecer a melhoria da qualidade

de vida da população, a criação de emprego e a promoção de um desenvolvimento socioeconómico

sustentado. Em termos esquemáticos, as relações entre o conceito de Competitividade Responsável,

Estruturante e Resiliente os respetivos fatores indutores e os resultados esperados estão expressas na figura

seguinte.

2. O Grupo de Trabalho elaborou um documento base onde procurou fazer um ponto de situação, ainda

que breve e impressivo, de algumas dimensões essenciais para cada um dos quatro eixos temáticos

considerados: a Qualidade; a Investigação/Desenvolvimento e a Inovação; o Empreendedorismo; o Capital

Humano; e a Competitividade. Em primeiro lugar, procedeu-se à recolha das principiais definições ou

representações dos conceitos envolvidos em cada um dos respetivos eixos temáticos, bem como à

delimitação das suas abrangências formais ou substanciais ou ainda à identificação dos esquemas concetuais

dominantes. Em segundo lugar, foi identificado um conjunto diversificado e relevante de indicadores

internacionais para cada um dos eixos temáticos, o que permitiu identificar o posicionamento atual de Portugal

em cada um deles, bem como perspetivar metas desejáveis para a evolução de alguns desses indicadores no

horizonte 2020. Finalmente, foram selecionadas, a partir dos documentos disponíveis (relatórios, estudos,

etc.), algumas recomendações gerais e específicas preconizadas para cada uma das áreas temáticas e

consideradas mais relevantes e pertinentes. A versão final do Documento de Trabalho serviu de base e de

enquadramento às audições subsequentes e reflexões desenvolvidas nesse âmbito.

3. O Grupo de Trabalho recebeu em audição os representantes de cerca de duas dezenas de instituições

nacionais, com tutela, intervenção ou competências específicas nas diferentes áreas temáticas. As instituições

participantes nas audições foram:

APQ – Associação Portuguesa para a Qualidade; APESP – Associação Portuguesa do Ensino Superior

Privado; AdI- Agência de Inovação; POPH – Programa Operacional Potencial Humano; COMPETE –

Programa Operacional Fatores de Competitividade; -CCISP – Conselho Coordenador dos Institutos Superiores

Politécnicos; ANJE – Associação Nacional de Jovens Empresários; -APCRI – Associação Portuguesa de

Capital de Risco; IAPMEI – Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e Inovação; TecParques –

Associação Portuguesa de Parques de Tecnologia; IPQ – Instituto Português da Qualidade; COTEC Portugal –