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Figura D.1

Procura das formações superiores na área das ciências florestais

19. Independentemente das virtudes do modelo proposto, há que ter em conta a baixa

procura que têm tido as formações florestais em Portugal, sobretudo ao nível do

ensino superior, tendência que se poderá agravar nos próximos anos por razões

demográficas.

Quadro D.4

Fileira de Formação e Qualificação no Dominio da Proteção Florestal e da DFCI

NÍVEL DE

QUALIFICAÇÃO

TIPOLOGIAS DE

FORMAÇÕES INSTITUIÇÕES

4 Cursos profissionais Escolas profissionais ou Escolas secundárias

com cursos profissionais

5 TeSP Escolas Superiores Agrárias

6 Licenciaturas

Institutos Politécnicos e Universidades 7 Mestrados

8 Doutoramentos

Fonte: elaboração própria

20. Não cabendo no âmbito do presente Relatório a elaboração de uma proposta

acabada no que respeita às atividades necessárias para a gestão da floresta, nos

seus diversos aspetos (produção, conservação, prevenção, proteção e defesa contra

agentes bióticos e abióticos), bem como das componentes de formação exigidas,

poderá, contudo, esboçar-se uma metodologia capaz de encontrar uma solução para

os diversos perfis e respetivas qualificações (Quadro D.5).

0

0,2

0,4

0,6

0,8

1

1,2

1,4

1,6

1,8

2

2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017

flo

rest

ais

/10

00

co

loca

do

s

Ano

Procura cursos superiores florestais

ESABr

ESAC

ESAV

ISA

UTAD

TOTAL

II SÉRIE-E — NÚMERO 16_____________________________________________________________________________________________________________________

260