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27 DE NOVEMBRO DE 2015 97______________________________________________________________________________________________________________

• O Governo compromete-se, até ao final da legislatura, a criar 100 novas Unidades

de Saúde Familiar, assegurando por esta via a atribuição de médicos de família a

mais 500 mil habitantes.

Melhoria da gestão dos hospitais, da circulação de informação clínica e da articulação com outros níveis de cuidados e outros agentes do setor

A existência de consultas não-especializadas, urgências não-urgentes, doentes retidos para

lá da fase aguda da doença são disfunções a resolver através de um melhor sistema de

referência e da utilização de tecnologias de informação e comunicação, melhorando a

gestão dos hospitais e a articulação com outros níveis de cuidados. Esta mudança implica

melhor planeamento e incentivos à mobilidade dos profissionais. Para a melhoraria da

gestão dos hospitais, da circulação de informação clínica e da articulação com outros níveis

de cuidados e outros agentes do setor o Governo compromete-se a executar as seguintes

medidas:

• Reformar os Hospitais na sua organização interna e modelo de gestão, tendo como

exemplo inspirador as Unidades Autónomas de Gestão (UAG), apostando na

autonomia e na responsabilização da gestão e na aplicação de incentivos ligados ao

desempenho;

• Promover a avaliação externa independente das experiências hospitalares existentes

em regime de parceria público-privada (PPP) no sentido de habilitar tecnicamente a

decisão política em função da defesa interesse público;

• Criar um Sistema Integrado de Gestão do Acesso - SIGA, que facilite o acesso e a

liberdade de escolha dos utentes no SNS, nomeadamente no que diz respeito a

áreas onde a espera ainda é significativa: consultas de especialidade, internamentos,

meios auxiliares de diagnóstico e terapêutica;

• Apostar no Registo de Saúde Eletrónico, enquanto instrumento indispensável à

gestão do acesso com eficiência, equidade e qualidade;

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